O modelo tradicional de luxo europeu foi construído como símbolo de status visível: marcas reconhecíveis, logotipos e distinção social explícita.
Essa lógica, no entanto, perde força entre gerações mais jovens. Millennials e Geração Z devem concentrar cerca de 70% dos gastos globais com luxo até 2030, e já não respondem da mesma forma à ostentação.
Com o excesso de exposição nas redes sociais, produtos e experiências antes raras se tornaram repetíveis e previsíveis. O resultado é uma mudança de desejo: menos exibição, mais significado.