Aos 30 anos, a norueguesa Amalie Lundstad construiu uma carreira em plataformas de petróleo no Mar do Norte, onde pode receber até R$ 60 mil por mês, o que representa uma remuneração anual próxima de R$ 720 mil. O modelo de escala adotado na atividade permite cerca de 250 dias de descanso ao longo do ano, concentrados em longos períodos fora da unidade após ciclos intensos de trabalho.
ATUAÇÃO NA PLATAFORMA
De acordo com o jornal sueco “Expressen”, Amalie trabalha há quatro anos na área de operação e monitoramento de sistemas. O acesso ao local é feito por helicóptero, procedimento padrão em operações offshore, nas quais os profissionais permanecem embarcados durante todo o período de serviço.
ROTINA E SEGURANÇA
Ao comentar o dia a dia na plataforma, a norueguesa destaca o rigor com os protocolos de segurança. “A segurança é nossa maior prioridade. Diferentemente de muitos outros empregos, ou do que se faz em casa, tudo o que fazemos aqui é estritamente controlado. Nós sempre trabalhamos em duplas, onde um verifica se o trabalho do outro foi realizado corretamente. Pode ser perigoso, já que se trata de enorme quantidade de energia nos tubos [que transportam petróleo]”, relatou.
ESCALA DE TRABALHO
O regime adotado no setor offshore combina períodos prolongados de embarque com longas folgas em terra, o que explica o elevado número de dias livres ao longo do ano, apesar da intensidade das jornadas durante o tempo em operação.