SEÇÕES

Enchentes: aumenta para 161 o número de mortos na tragédia no Rio Grande do Sul

Temporais atingiram o Rio Grande do Sul a partir de 29 de abril, provocando cheias em diversas regiões do estado.

Ver Resumo
Até 21 de maio, o número de mortes por temporais no Rio Grande do Sul subiu para 161, com 85 pessoas desaparecidas, 806 feridas e 654 mil desabrigadas. O governador Eduardo Leite prevê um aumento no número de vítimas fatais, pois este é considerado o maior desastre climático na história do estado. A rede de ensino municipal de Porto Alegre retomou as atividades escalonadamente, com prioridade ao acolhimento dos alunos e atividades lúbricas diante da catástrofe climática.
Centenas de pessoas cruzam diariamente o rio Forqueta por uma passarela flutuante | Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
Siga-nos no

O número de mortes devido aos temporais e enchentes que afetam o Rio Grande do Sul desde 29 de abril subiu para 161. Segundo o boletim divulgado pela Defesa Civil do estado às 9h desta terça-feira (21), ainda há 85 pessoas desaparecidas. Além disso, o estado registra 806 pessoas feridas e 654,1 mil desabrigados, incluindo tanto aqueles que estão em abrigos quanto os que estão na casa de parentes ou amigos. 

NÚMERO DE MORTOS DEVE AUMENTAR

O governador Eduardo Leite (PSDB) afirmou que é esperado um aumento no número de vítimas fatais. Segundo ele, este é o maior desastre climático da história do estado. Os temporais, que começaram no dia 29 de abril, têm causado danos a imóveis e aumento no nível dos rios e arroios, resultando em um grande número de desabrigados.

REDE DE ENSINO RETOMA ATIVIDADES

Depois de quase três semanas de interrupção devido à inundação causada pelo lago Guaíba, a rede de ensino municipal de Porto Alegre retomou as atividades a partir de segunda-feira (20). O retorno será escalonado, e mais 16 escolas reabrem nesta terça (21).

Área alagada no Rio Grande do Sul - Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

Localizadas em áreas que não foram atingidas por alagamentos, 22 escolas de ensino infantil e fundamental voltaram a funcionar. Com equipes reduzidas e horários flexíveis, a prioridade nas unidades é o acolhimento dos alunos e a prática de atividades lúdicas em meio a uma catástrofe climática sem precedentes no Rio Grande do Sul.

Tópicos

VER COMENTÁRIOS

Carregue mais
Veja Também