- Papa Leão XIV não precisa de tratamentos adicionais após cirurgia para remover tumor pulmonar.
- Cirurgia retirou parte do pulmão direito, confirmado pela equipe médica do Vaticano.
- Pontífice participou de audiência semanal após operação, demonstrando boa recuperação.
- Viagem à América do Sul ainda não foi confirmada devido à recuperação pós-cirurgia.
O papa Leão XIV não precisará de tratamentos adicionais contra o câncer de pulmão diagnosticado na semana passada. A informação foi divulgada pelo Vaticano nesta quarta-feira (21), que confirmou que o tumor estava localizado e foi retirado durante uma cirurgia.
Segundo comunicado assinado pelos médicos Luigi Carbone e Stefano Margaritora, o adenocarcinoma pulmonar foi removido e o pontífice segue em recuperação, sem necessidade de tratamento complementar.
Leão XIV participou de sua primeira audiência semanal no Vaticano após a operação. Durante o evento, o pontífice percorreu a praça de papamóvel, acenou para os fiéis, sorriu e parou para cumprimentar peregrinos. Ele foi recebido com aplausos pelo público.
Aos 71 anos, o papa agradeceu o apoio recebido durante o período de recuperação. “A primeira coisa que quero dizer a vocês é obrigado pelo apoio e pelas orações”, afirmou.
No domingo, Leão XIV já havia sinalizado que retomaria gradualmente suas atividades à frente da Igreja Católica.
Papa teve parte do pulmão direito removida
Na semana passada, o pontífice passou por uma cirurgia para retirar o lobo inferior do pulmão direito. Na ocasião, o Vaticano informou que ele havia sido diagnosticado com adenocarcinoma pulmonar, tipo considerado o mais comum entre os cânceres de pulmão.
A notícia provocou surpresa, especialmente porque o diagnóstico ocorreu pouco mais de um ano após Leão XIV assumir o comando da Igreja Católica. A confirmação de que o tumor estava localizado e foi removido sem necessidade de tratamento complementar trouxe novas informações sobre sua recuperação.
Viagem à América do Sul ainda gera dúvidas
Leão XIV tem uma viagem programada ao Uruguai, à Argentina e ao Peru entre os dias 6 e 17 de novembro. O roteiro faz parte de uma agenda internacional extensa para um líder da Igreja Católica.
Até o momento, porém, não há confirmação de que o compromisso será mantido conforme o planejamento. A decisão dependerá da evolução da recuperação do pontífice após a cirurgia.