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EUA exigem tarifa zero para setores estratégicos em negociação sobre tarifaço ao Brasil

Planalto classificou a proposta como “indigna” e avalia que aceitar as exigências causaria mais prejuízos à economia brasileira

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  • Governo brasileiro recebe exigência dos EUA para zerar tarifas em setores industriais e automotivos.
  • Proposta inclui zerar tarifa do etanol e não regulamentar plataformas digitais, além de incluir o PIX nas negociações.
  • Ala do governo avalia a proposta como "indigna" e "inaceitável", alertando sobre impacto negativo na economia.
  • Exigência americana é contrapartida para que Trump considere reduzir o novo tarifaço aplicado ao Brasil.
Lula e Trump | Foto: RICARDO STUCKERT/DIVULGAÇÃO
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O governo brasileiro recebeu de autoridades americanas uma exigência durante as negociações do tarifaço: zerar as tarifas dos setores de bens industriais, químico, aeroespacial e automotivo para empresas dos EUA.

A contrapartida seria o governo Trump ao menos considerar reduzir o novo tarifaço aplicado ao Brasil.

O que os EUA já haviam pedido antes

A proposta se soma a exigências apresentadas em reuniões anteriores:

  • Zerar a tarifa do etanol
  • Não regulamentar plataformas digitais
  • Incluir o PIX nas negociações

Reação no Planalto

Uma ala do governo avalia que a proposta é "indigna" de negociação e "inaceitável". Segundo esses auxiliares, ceder às exigências americanas teria impacto maior sobre a economia brasileira do que o próprio tarifaço que, pelo cálculo inicial do governo, deve atingir 18% das exportações do Brasil aos EUA.

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