- Jornalista brasileiro Francisco de Assis Ripol Clemente, de 46 anos, foi encontrado morto na margem do Lago de Genebra, na Suíça, na manhã de sábado.
- Amigos e pessoas presentes tentaram reanimá-lo até a chegada das equipes de emergência, mas ele não resistiu aos ferimentos.
- Clemente teve carreira no jornalismo esportivo, atuando em veículos como Rádio Jovem Pan, TV Globo e outros, além de residir na França com a esposa.
- Esposa, Angel, publicou mensagem emocionada nas redes sociais lamentando a morte e lembrando últimas palavras do marido.
- Polícia e Ministério Público da Suíça investigam as circunstâncias da morte do jornalista para esclarecer o caso.
O jornalista brasileiro Francisco de Assis Ripol Clemente, de 46 anos, foi encontrado morto na manhã de sábado (19) às margens do Lago de Genebra, na cidade de Rolle, na Suíça. Conhecido como Chico, ele foi localizado inconsciente a cerca de três metros da margem e não resistiu.
Segundo relatos de amigos, pessoas que estavam no local tentaram reanimá-lo com manobras de ressuscitação até a chegada das equipes de emergência, mas ele morreu ainda no local. A polícia e o Ministério Público da Suíça investigam as circunstâncias da morte.
Trajetória no jornalismo
Francisco de Assis Ripol Clemente atuou como produtor e repórter esportivo na Rádio Jovem Pan, em São Paulo, no início dos anos 2000. Ao longo da carreira, também participou da cobertura de grandes eventos esportivos e teve passagem pela TV Globo, além de outros veículos de comunicação.
Nos últimos anos, ele vivia na França ao lado da esposa, Angel.
Esposa presta homenagem
Nas redes sociais, Angel publicou uma mensagem emocionante em homenagem ao jornalista, lamentando a perda do companheiro.
"É inacreditável como a vida pode mudar e, de um instante para o outro, tirar o chão da gente. (...) Hoje essa é a única forma de avisar aos amigos queridos que você virou estrela."
Em outro trecho, ela relembrou as últimas palavras ditas por Francisco antes da tragédia.
"Angelita, aproveite o café. Não tenha pressa para voltar para casa. A vida passa muito rápido."
As autoridades suíças seguem investigando o caso para esclarecer o que provocou a morte do jornalista.