- Terremoto de magnitude 5,5 deixou cinco mortos, 21 feridos e dezenas de casas destruídas na região de Junín, no Peru.
- 48 residências foram totalmente destruídas e outras 18 sofreram danos estruturais graves, deixando 300 pessoas desabrigadas.
- Vice-ministro da Saúde destacou ações do governo para atender vítimas, incluindo postos de atendimento e pessoal médico.
- Equipes de emergência foram mobilizadas desde a madrugada, com foco em resgate e atendimento às comunidades afetadas.
- Hospital móvel será enviado à região para reforçar a resposta à emergência e orientar a população sobre medidas preventivas.
Um terremoto de magnitude 5,5 deixou ao menos cinco pessoas mortas, 21 feridas e dezenas de residências destruídas ou danificadas na região de Junín, no Peru. O impacto afetou gravemente comunidades locais e mobilizou equipes de emergência desde a madrugada.
Casas destruídas
De acordo com relatórios preliminares do Instituto Nacional de Defesa Civil, cerca de 48 residências foram completamente destruídas e outras 18 sofreram danos estruturais graves. A destruição deixou aproximadamente 300 pessoas desabrigadas ou afetadas.
Resposta à emergência
Em entrevista à emissora Latina, o vice-ministro da Saúde Pública, Henry Rebaza, detalhou as ações adotadas pelo governo para atender a população atingida pelo terremoto na região de Junín.
“Lamentamos o ocorrido em Chupaca. Desde a noite passada, por determinação do ministro da Saúde, ativamos imediatamente a resposta do setor para fortalecer a capacidade de resposta local. [...] Foi mobilizado pessoal médico e foram instalados postos de atendimento com profissionais especializados do Hospital Nacional do Centro Daniel Alcides Carrión. Além disso, contamos com brigadistas e pessoal destacado na zona”, afirmou.
Hospital móvel será enviado
Além da estrutura hospitalar de emergência enviada a Chupaca, o vice-ministro ressaltou a importância das ações preventivas para evitar novos acidentes.
“Além de instalar postos de atendimento, devemos orientar a população sobre as medidas preventivas. Há pessoas que tentam retornar às suas casas, e isso pode ser perigoso. Também estamos transferindo um hospital móvel para a zona. Continuamos trabalhando para atender à emergência e dar resposta aos problemas causados pelo terremoto”, pontuou.