- Trump homenageia vítimas dos ataques de 11 de Setembro em cerimônia no Pentágono.
- Presidente afirma que Estados Unidos nunca esquecerá o ataque e continua lutando contra o terror.
- Trump classifica Irã como principal patrocinador do terrorismo e reafirma posição contra armas nucleares.
- Hegseth destaca força e resiliência dos Estados Unidos após os ataques e homenageia equipes de emergência.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, homenageou nesta sexta-feira (11) as vítimas dos atentados de 11 de Setembro de 2001 e afirmou que o país “nunca vai esquecer” o ataque. A declaração ocorreu durante uma cerimônia no Pentágono, em Washington, que marcou os 25 anos dos atentados.
Durante o discurso, Trump afirmou que os Estados Unidos “enfrentaram de frente o mal genuíno” no 11 de Setembro.
"Naquele 11 de Setembro, 2.977 almas lindas foram extirpadas do nosso mundo e milhares outras nos anos seguintes por causa daquele atentado grotesco. Nunca nunca vamos esquecer, e é por isso que lutamos hoje. Não temos escolha, só pode haver vitória. Lutamos forte e para vencer”, afirmou Trump.
O presidente também destacou a resposta dos Estados Unidos após os ataques e disse que o país precisava permanecer “forte e inteligente”.
Presidente retoma discurso da “guerra ao terror”
Trump também relembrou a política de “guerra ao terror” adotada pelos Estados Unidos após os atentados. Durante a cerimônia, ele homenageou os militares norte-americanos que participaram de ações em nome dessa política.
O secretário de Guerra, Pete Hegseth, também participou do evento no Pentágono e destacou a atuação das equipes de emergência e da população durante os ataques.
Trump cita Irã durante cerimônia
Em seu discurso, Trump também mencionou o Irã e classificou o país como o “patrocinador número 1 do terrorismo no mundo”. O presidente afirmou ainda que o país do Oriente Médio “nunca terá uma arma nuclear”.
Hegseth homenageia equipes de emergência
Hegseth afirmou que o 11 de Setembro foi “um dos dias mais sombrios” da história dos Estados Unidos, mas declarou que o país permaneceu forte após os ataques.
“Heróis que encararam a morte de frente”, disse o secretário ao homenagear os profissionais que atuaram durante o atentado.
"O 11 de Setembro foi um dos dias mais sombrios na história dos EUA, mas o mal não conseguiu prevalecer. 25 anos depois, os EUA continuam fortes e orgulhosos como nunca. (...) Até hoje ainda estamos mandando terroristas para o inferno, que é onde eles pertencem. Vamos terminar esta luta", afirmou Hegseth.
Outras cerimônias e homenagens também foram realizadas em Nova York e em diferentes cidades dos Estados Unidos nesta sexta-feira.
Atentados deixaram 2.977 mortos
Em 11 de setembro de 2001, integrantes da Al-Qaeda sequestraram quatro aviões comerciais. Duas aeronaves foram lançadas contra as Torres Gêmeas do World Trade Center, em Nova York.
O primeiro avião atingiu a Torre Norte às 8h46, no horário local. Dezessete minutos depois, às 9h03, uma segunda aeronave atingiu a Torre Sul. Os dois edifícios desabaram posteriormente.
Um terceiro avião foi lançado contra o Pentágono, sede do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, em Washington. A quarta aeronave caiu em uma área rural próxima a Shanksville, na Pensilvânia, após passageiros reagirem ao sequestro e enfrentarem os criminosos.
Ao todo, 2.977 pessoas morreram nos ataques.
Nos anos seguintes, milhares de outras pessoas também morreram em decorrência de problemas de saúde associados à exposição à fumaça e a outros materiais liberados após o desabamento dos edifícios em Nova York.
Segundo autoridades norte-americanas, o número de mortes relacionadas às consequências do atentado posteriormente superou o registrado no próprio dia dos ataques.