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Ministério Público de SP acompanhará assistência às vítimas de explosão de gás no Jaguaré

Segundo o órgão, a investigação busca verificar possíveis riscos à segurança dos moradores da região e identificar quais medidas estão sendo adotadas para evitar novos incidentes.

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  • O Ministério Público de São Paulo abriu inquérito civil para acompanhar ações de assistência às vítimas da explosão de gás no Jaguaré.
  • A investigação busca verificar riscos à segurança dos moradores e identificar medidas para evitar novos incidentes.
  • Dois mortos foram confirmados: Alex Sandro Fernandes Nunes, de 49 anos, e Francisco Albino da Silva, de 62 anos.
  • Duas pessoas ficaram feridas: Fernando Silva da Cunha, funcionário da Sabesp, e Osmar Braz Henrique, que recebeu alta hospitalar.
Explosão de gás | Foto: Reprodução
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O Ministério Público de São Paulo (MPSP) abriu, na última quinta-feira (14/5), um inquérito civil para acompanhar as ações de assistência prestadas às vítimas da explosão de gás ocorrida em uma comunidade no Jaguaré, bairro da zona oeste da capital paulista. Um dia antes, representantes da Promotoria já haviam se reunido com famílias atingidas pelo acidente.

Segundo o órgão, a investigação busca verificar possíveis riscos à segurança dos moradores da região e identificar quais medidas estão sendo adotadas para evitar novos incidentes. O procedimento também acompanha o atendimento emergencial oferecido às pessoas afetadas pela tragédia.

Ainda na quinta-feira, o governo estadual confirmou a segunda morte relacionada à explosão. Francisco Albino da Silva, de 62 anos, estava internado em estado grave no Hospital Regional de Osasco desde o acidente, ocorrido na segunda-feira (11/5), mas faleceu em decorrência dos ferimentos.

A primeira vítima fatal foi o vigilante Alex Sandro Fernandes Nunes, de 49 anos, cujo corpo foi localizado sob os destroços por equipes do Corpo de Bombeiros.

Além das mortes, outras duas pessoas ficaram feridas. Fernando Silva da Cunha, funcionário da Sabesp de 33 anos, passou por uma cirurgia no crânio e permanece internado no Hospital das Clínicas, com quadro considerado estável. Já Osmar Braz Henrique, de 56 anos, recebeu alta hospitalar na quarta-feira (13/5). Ele estava internado no Hospital Universitário da USP após sofrer fraturas em duas vértebras ao ser lançado pela janela durante a explosão.

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