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Nova lei permite que supermercados vendam medicamentos ao consumidor; veja o que muda na prática

Medida possibilita que rede de mercados tenham farmácias próprias desde que mantenham um espaço próprio e sigam as orientações legais

Supermercados vão poder vender remédios | Foto: Reprodução
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Medicamentos poderão a partir de agora serem comercializados em supermercados em todo o Brasil. A nova lei foi sancionada pelo presidente Lula. Com a nova medida, novas regras entram em vigor e outras se mantêm.

O QUE MUDA NA PRÁTICA?

O novo regulamento prevê algumas mudanças que irão impactar na compra de medicamentos pela população. Agora, os supermercados poderão adotar uma área somente dedicada à venda de remédios. No entanto, é preciso que este espaço funcione como uma farmácia e é exigido que existam regras próprias, controle técnico e separação do restante da loja.

As mudanças e exigências previstas são as seguintes:

  •  Supermercados podem brigar farmácias desde que a venda não acontece em ambientes comuns; 
  • Continua sendo proibido expor medicamentos junto a alimentos ou outros produtos.
  • O espaço deve ser delimitado, separado do restante do supermercado e seguir as mesmas regras sanitárias de uma drogaria tradicional.

  • É obrigatório a presença de um farmacêutico nas dependências. Para isso, o profissional deve estar fisicamente presente para orientar os pacientes e garantir o controle na dispensação.

VENDA DE REMÉDIOS CONTROLADOS

Medicamentos de uso controlado podem ser comercializados nas farmácias de supermercados. No entanto, ainda é exigido que o paciente apresente receita médica, que fica retida, e só podem ser entregues após o pagamento — com transporte lacrado se o caixa for fora da farmácia.

Um outro ponto é que a operação pode ser do próprio supermercado ou de uma rede licenciada. Além disso, o espaço pode funcionar como uma farmácia própria ou ser operado por uma drogaria já autorizada.

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