- A Meta busca diálogo com a ANPD para discutir proteção de crianças e adolescentes em suas plataformas.
- A empresa foi condenada a pagar US$16,68 bilhões por incentivar vício em adolescentes em redes sociais.
- A ANPD analisa como outros países, como os EUA, tratam temas de proteção de dados e direitos de menores.
- A agência instaurou dois processos de monitoramento envolvendo plataformas da Meta no Brasil.
- A Meta solicita oportunidade para tratar do assunto com a ANPD após acordo judicial nos EUA.
A Meta busca estabelecer um diálogo com a Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) para discutir medidas de proteção a crianças e adolescentes dentro das plataformas da empresa.
A movimentação acontece após a empresa ter fechado um acordo judicial no processo em foi acusada de incentivar o vício de adolescentes em redes sociais. A Meta terá que pagar US$16,68 bilhões (cerca de R$86,7 bilhões) a diversos estados norte-americanos.
Além de implementar recursos de segurança e medidas diretas para a proteção de menores, incluindo a limitação do tempo de tela.
DIÁLOGO COM O BRASIL
Através de nota, a agência afirmou analisar como temas de interesse são decididos em outros países citando a determinação dos EUA.
A Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) constantemente acompanha e avalia como temas de seu interesse são abordados e quais soluções são propostas por outros países. Especificamente sobre o acordo firmado pela Meta nos Estados Unidos, a empresa sinalizou que solicitará uma oportunidade para tratar do assunto com a Agência, afirmou ao SBT News.
A ANPD ainda afirmou que instaurou dois processos de monitoramento na sexta-feira (21), que incluem redes sociais, aplicativo de mensagem e ferramenta de IA da Meta: Instagram, WhatsApp, Facebook e Meta AI.