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Turismo aquecido: Oferta de passagens aéreas cresce 12% em relação ao ano passado

As empresas aéreas se preparam para atender a uma alta demanda, especialmente para destinos tradicionais no litoral brasileiro.

Demanda por passagens aéreas registrou aumento neste fim de ano | Foto: Reprodução
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A oferta de passagens aéreas para o final de 2024 e início de 2025 aumentou significativamente, com um crescimento de 12% em relação à temporada anterior. O aumento reflete a expectativa de um período movimentado no setor aéreo, com quase 30 milhões de assentos disponíveis em 184 mil voos no Brasil.

Maria Eduarda Martins, estudante que está prestes a embarcar para Campos do Jordão, no interior de São Paulo, para passar o Natal e seu aniversário, compartilha sua empolgação: "Eu acho que está tudo do jeito que eu sempre sonhei, planejei. Eu estou muito animada para essa viagem."

As empresas aéreas se preparam para atender a uma alta demanda, especialmente para destinos tradicionais no litoral brasileiro. Bahia, Ceará, Pernambuco, Alagoas e Rio de Janeiro estão entre os locais mais procurados pelos viajantes. Rafael Magno, auxiliar administrativo, conta que, embora já tenha visitado o Nordeste, Maceió será uma nova experiência para ele e sua família: "A gente já foi para o Nordeste, mas para João Pessoa. Para Maceió é a primeira vez."

Projeção positiva de fim de ano

O Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins, também prevê um aumento de 20% no movimento de passageiros entre o Natal e o Ano Novo, atingindo os níveis de antes da pandemia. "Pelo menos 560 voos extras agora para esse período de festas. E aí a gente se prepara também, reforçando equipe de segurança, reforçando equipe de atendimento, equipe de limpeza, para oferecer a melhor estrutura para os nossos passageiros", afirma Rodrigo Côrtes, diretor de operações do BH Airport.

O setor aéreo também se beneficia da redução no preço das passagens. Entre janeiro e novembro de 2024, os valores caíram, em média, quase 26%, segundo o IBGE. No entanto, quem comprou as passagens com menos antecedência pode não ter aproveitado essa redução, já que em novembro o preço médio dos bilhetes subiu 22%, devido ao aumento da demanda gerado pela elevação da renda da população, especialmente no período de festas de fim de ano.

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