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Adolescente é apreendido pela 2ª vez por planejar ataque a escola em Teresina

O caso teve início em 2 de março de 2026, quando o adolescente foi apreendido em flagrante no interior de uma escola após publicar, em rede social, mensagem anunciando a intenção de promover um ataque na unidade de ensino.

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  • Adolescente de 16 anos é apreendido por planejar ataque a escola em Teresina.
  • Menor já havia sido preso anteriormente por envolvimento em situação semelhante.
  • Investigação revelou planos de ataque, pesquisas sobre armas e referências a massacres.
  • Justiça autorizou internação provisória após avaliação de risco concreto e atual.
Menor apreendido em Teresina | Foto: Divulgação / PCPI
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A 3ª Delegacia Seccional de Teresina revelou um plano de atentado contra uma escola da zona Norte de Teresina. O ataque estava sendo planejado por um adolescente de 16 anos, identificado pelas iniciais J.C.S.M., que foi apreendido nesta terça-feira (14). Esta é a segunda vez que o menor é apreendido por envolvimento em circunstâncias semelhantes.

De acordo com o delegado Eduardo Aquino, titular da unidade, o caso teve início em 2 de março de 2026, quando o adolescente foi apreendido em flagrante no interior de uma escola após publicar, em rede social, mensagem anunciando a intenção de promover um ataque na unidade de ensino.

Durante a abordagem, policiais militares localizaram em sua posse uma faca e uma balaclava, tendo o adolescente, na ocasião, confirmado que pretendia executar o atentado em razão de conflitos vivenciados no ambiente escolar.

Naquele momento, o procedimento foi encaminhado ao Ministério Público, que ofereceu remissão, posteriormente homologada pela Justiça.

SEGUNDA APREENSÃO

Diante disso, a Polícia Civil deu continuidade às investigações, já que ainda aguardava a conclusão da perícia realizada no celular do adolescente. Com o resultado da análise, o menor foi novamente apreendido nesta terça-feira (14).

A análise do aparelho revelou diálogos sobre planejamento de ataque em ambiente escolar, pesquisas relacionadas à aquisição de armas de fogo, buscas por escolas da capital, referências a datas simbólicas de massacres, além de conteúdos que exaltavam autores de atentados em instituições de ensino. 

Veja as mensagens!

Divulgação: PC-PI

Divulgação: PC-PI

Outro aspecto determinante para a adoção da medida cautelar foi a contemporaneidade do risco. Durante o acompanhamento psicológico realizado pelo CAPS Infantojuvenil, o adolescente voltou a verbalizar, recentemente, a intenção de praticar um massacre em ambiente escolar. Consta, ainda, que, em razão desse comportamento, a direção da escola adotou novo afastamento temporário do estudante, evidenciando que o risco permanecia atual e concreto.

A Polícia Civil representou pela internação provisória do adolescente, medida aceita pela Justiça.

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