- Bombeiros resgataram vaca que caiu em poço em Luís Correia.
- Cavalo morreu após ficar preso em buraco de fossa desativada.
- CBMEPI alerta sobre riscos de buracos em terrenos sem proteção.
- Corpo de Bombeiros orienta fechar e sinalizar estruturas perigosas.
O Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Piauí (CBMEPI) atendeu, nesta terça-feira (27), duas ocorrências envolvendo animais que caíram em buracos em Luís Correia, no litoral do Piauí. Os casos aconteceram em bairros diferentes, em um intervalo inferior a duas horas.
Na primeira ocorrência, os bombeiros foram acionados para resgatar uma vaca que havia caído em um poço do tipo cacimbão. A equipe realizou a operação e conseguiu retirar o animal com vida.
Cavalo ficou horas preso em buraco e não resistiu
Na segunda ocorrência, um cavalo caiu em um buraco que seria de uma fossa desativada, localizada nos fundos de um terreno particular. A estrutura estava coberta apenas por telhas de amianto desgastadas, sem proteção adequada.
Segundo o tenente-coronel Rivelino de Moura, o animal já estava no buraco havia bastante tempo quando a equipe chegou ao local.
“Quando a equipe chegou ao local, o cavalo estava agonizando e, possivelmente, permanecia naquela situação havia entre oito e 12 horas. Apesar dos esforços durante a operação de resgate, o cavalo não resistiu e morreu”, afirmou.
Bombeiros alertam para riscos em terrenos particulares
O CBMEPI alertou que, em menos de um mês, três ocorrências envolvendo animais que caíram em buracos foram registradas na região. Os casos aconteceram em terrenos particulares com estruturas sem proteção, sinalização ou isolamento adequado.
De acordo com a corporação, poços, fossas desativadas e outros buracos abertos representam riscos para pessoas e animais. Além disso, acidentes desse tipo exigem a mobilização de equipes e equipamentos especializados para as operações de resgate.
CBMEPI orienta proprietários a prevenir acidentes
O Corpo de Bombeiros orienta os proprietários de terrenos a manterem poços, fossas e outras estruturas devidamente fechados, com coberturas resistentes e sinalização adequada. A corporação também recomenda o isolamento dos terrenos para evitar acidentes e impedir o acesso de pessoas e animais a áreas que ofereçam riscos.