Apesar de estar correndo atrás dos seus sonhos, o jovem empreendedor também enfrenta desafios ao vender café no semáforo.
“Vender café durante as sete horas, seis e meia até às dez, você vai pegar o fruto do sol, né? Então, é o sol, é a correria, o sinal fecha, você anda cem metros, o sinal abre, você anda mais cem metros, você vai e volta, vai e volta, quilômetros por dia que eu caminho, e tudo debaixo do sol”, comentou.
Os desafios são inúmeros, mas o menino do café resolveu expandir o negócio para as redes sociais, onde viralizou de forma instantânea. Ele conta que, de início, não sabia como começar a criar conteúdo, mas notou que precisava se conectar com o público.
“Eu comecei a criar conteúdo para um dia eu já ter uma intimidade, uma grande conexão com as pessoas, até pelo fato de eu querer ser incorporador imobiliário. Então, eu preciso dessa meta, preciso dessa conexão desde cedo para já conectar as raízes das pessoas em mim. Então, foi meio assustador”, comentou.