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Apontado como executor de facção, homem é condenado a mais de 16 anos por homicídio em Pedro II

MPPI afirma que crime foi motivado por vingança e acusa facção criminosa

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  • Antônio Gleiciano Fernandes Dantas foi condenado a 16 anos e 7 meses de reclusão por assassinato em Pedro II.
  • Fernando de Sousa Ferreira foi morto em 29 de abril de 2024 após uma discussão com integrante do Comando Vermelho.
  • O MPPI obteve condenação no Tribunal do Júri por motivo torpe e dificuldade na defesa da vítima.
  • A pena foi fixada em regime fechado e a execução imediata foi determinada pelo Conselho de Sentença.
  • O promotor destacou a importância da atuação integrada das instituições na luta contra organizações criminosas.
Ministério Público do Estado do Piauí | Foto: Saymon Lima/ Portal MeioNews
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Antônio Gleiciano Fernandes Dantas, apontado como um dos principais executores de uma facção criminosa com atuação no município de Pedro II, foi condenado a mais de 16 anos de reclusão. Ele foi julgado pela morte de Fernando de Sousa Ferreira, ocorrida em abril de 2024.

A condenação foi obtida pelo Ministério Público do Estado do Piauí (MPPI) durante julgamento realizado pelo Tribunal do Júri da 1ª Vara da Comarca de Pedro II.

O CRIME

Fernando foi morto no dia 29 de abril de 2024, após uma discussão ocorrida durante a madrugada, na qual ele teria agredido um integrante da facção criminosa Comando Vermelho.

Segundo o MPPI, motivados por vingança, Antônio e outro integrante da facção foram até a residência da vítima e efetuaram disparos de arma de fogo, atingindo regiões vitais de Fernando.

SENTENÇA

Com isso, o Conselho de Sentença reconheceu, por maioria de votos, que Antônio foi o autor dos disparos e também acolheu as qualificadoras de motivo torpe e do recurso que dificultou a defesa da vítima.

Foi fixada a pena de 16 anos, 7 meses e 15 dias de reclusão, em regime inicial fechado. Além disso, a decisão determinou a execução imediata da pena, mantendo a prisão do condenado.

O promotor de Justiça Romerson Maurício de Araújo destacou que:

A condenação reafirma a importância da atuação integrada das instituições de segurança pública e do Ministério Público no enfrentamento às organizações criminosas. Trata-se de uma resposta efetiva à sociedade, especialmente diante da elevada gravidade do crime praticado, destacou o promotor.

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