SEÇÕES

Baixa umidade: tempo seco se agrava no Piauí e acende alerta para saúde e incêndios

Umidade do ar cai para 13% em Oeiras e fica abaixo de 20% em outras cidades; cenário aumenta riscos à saúde e favorece queimadas

Ver Resumo
  • Umidade relativa do ar atingiu 13% em Oeiras, Piauí, nesta quinta-feira, segundo dados da Semarh.
  • Índices de umidade em vários municípios do Piauí ficaram abaixo dos 30%, considerado patamar de atenção.
  • Evento extremo de baixa umidade é o primeiro registrado em 2026, segundo a Secretaria de Meio Ambiente.
  • Tempo seco deve continuar no segundo semestre, aumentando risco de incêndios e problemas respiratórios.
  • Semarh alerta que condições de seca persistem e já eram previstas pela Sala de Monitoramento Climático.
Piauí registra umidade do ar em níveis críticos e acende alerta para saúde e incêndios | Foto: Jéssica Machado/MeioNews
Siga-nos no

A umidade relativa do ar atingiu níveis críticos em municípios do Piauí nesta quinta-feira (30), com índices que chegaram a apenas 13% em Oeiras, segundo dados da Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh). O cenário, considerado um evento extremo de baixa umidade, também foi registrado em outras cidades e aumenta os riscos à saúde da população e de incêndios florestais.

Os menores registros foram observados em Oeiras (13%), São João do Piauí (14%), Picos (16%) e Canto do Buriti (17%). Em diversos outros municípios, a umidade permaneceu abaixo dos 30%, patamar já considerado de atenção pelos órgãos de saúde.

Embora o período seco seja característico desta época do ano no estado, a Semarh destaca que os índices registrados estão entre os mais baixos de 2026 e configuram o primeiro episódio comprovado de um evento extremo de baixa umidade neste ano.

Imagem: Divulgação/Semarh

Imagem: Divulgação/Semarh

Tempo seco deve continuar no segundo semestre

Segundo a Semarh, a tendência é que episódios semelhantes se tornem mais frequentes ao longo do segundo semestre, com o avanço da estiagem. O cenário favorece o ressecamento da vegetação, eleva o risco de incêndios florestais e pode provocar problemas de saúde, principalmente respiratórios.

A pasta informou que esse comportamento já era previsto pela Sala de Monitoramento e Previsão de Eventos Climáticos Extremos (Sampece), que vem emitindo boletins diários para orientar a população e os órgãos responsáveis sobre a persistência das condições de tempo seco no estado.

Tópicos

VER COMENTÁRIOS

Carregue mais
Veja Também
ACESSE NOSSO
CANAL NO ZAP