- A piauiense Gabriela Martins Santos de Moura, de 31 anos, morreu após procedimento de reprodução assistida.
- Morte encefálica foi decretada em 24 de fevereiro no hospital Sírio Libanês em São Paulo.
- Polícia Civil investiga caso e aguarda resultado do laudo necroscópico solicitado ao IML.
- Caso se assemelha a outro ocorrido há menos de um mês na clínica Invitro Reprodução Assistida em Mogi das Cruzes.
Câmeras de segurança registraram o momento em que a piauiense Gabriela Martins Santos de Moura, de 31 anos, deixa uma clínica de reprodução assistida em uma maca totalmente desacordada.
A terapeuta morreu em fevereiro por morte encefálica no hospital sirio-libanes em São Paulo após passar oito dias internada. A Polícia Civil de São Paulo está investigando o caso.
Os médicos citados foram ouvidos e a autoridade policial aguarda o resultado do laudo necroscópico solicitado ao Instituto Médico Legal (IML) para análise e esclarecimento dos fatos.
ENTENDA O CASO
A advogada e terapeuta Gabriela Martins Santos de Moura, de 31 anos, teve morte encefálica decretada em 24 de fevereiro no hospital Sírio Libanês em São Paulo. A piauiense ficou internada por oito dias.
A família resolveu optar pela doação de órgãos. Gabriela acabou falecendo após complicações no quadro de saúde.
Gabriela realizou o procedimento de reprodução assistida em 17 de fevereiro na Genics Clínica Reprodutiva e Genômica Ltda., na Avenida Indianópolis.
SEGUNDO CASO EM POUCOS MESES
A morte de Gabriela se assemelha a um outro caso ocorrido há menos de um mês, quando a juíza Mariana Francisco Ferreira, de 34 anos, morreu ao apresentar um quadro de hemorragia após ser submetida a um procedimento de coleta de óvulos.
O procedimento foi realizado na Invitro Reprodução Assistida, uma clínica de reprodução assistida em Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo.