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CASACOR Piauí já empregou mais de 1 mil pessoas e em 2026 deve gerar mais de 500 vagas

Desde a primeira edição, em 2024, a mostra tem impactado a geração de renda na fase de obras e exposição

CASACOR Piauí 2026: impacto na economia e geração de empregos | Foto: Divulgação
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A CASACOR Piauí chega à sua terceira edição no estado com impactos positivos no lazer, sociabilidade, arte, cultura e, também, na geração de empregos. Desde a primeira edição, em 2024, a Mostra já gerou mais de 1 mil empregos diretos e indiretos. Para 2026, a expectativa é que mais de 500 vagas serão geradas entre a fase de obras e finalização da exposição. A mostra acontece de 07 de maio a 21 de junho de 2026, na avenida Presidente Kennedy, Nº 5490, importante região para Teresina. 

Importante frisar que o evento, enquanto espaço de trocas e respeito à sustentabilidade, cultura e integração social, impulsiona a empregabilidade por meio da economia criativa, com destaque ao setor construtivo, alimentício e vestuário. Frederico Carvalho, Diretor da CASACOR Piauí, pontua que os estímulos à renda e emprego da mostra na capital estão alinhados com os propósitos do evento e com as particularidades do estado. 

“Todo o elenco, fornecedores, empresas parcerias e terceirizados atuam para garantir uma mostra que seja sofisticada, bonita e igualmente geradora de renda. Todos estamos comprometidos em trazer o que há de melhor na arquitetura, no design e paisagismo”, ressalta.

Por sua vez, Cristina Napoleão, Diretora da CASACOR Piauí, frisa que a expectativa para a exposição permanece alta, sobretudo diante do sucesso dos últimos dois anos. 

“Nas edições de 2024 e 2025, temos a estimativa de 50 mil visitantes que conheceram de perto todas as belezas, tendências e inspirações que encantaram a mostra na capital. Isso também é um reflexo importante para entendermos os impactos econômicos do evento no estado. Seguimos trabalhando para construir uma mostra que seja plural, consciente e impactante em todos os segmentos correlatos”, endossa.

Empregos temporários gerados pela mostra impactam estado

O professor de Administração e Ciências Contábeis, Joélcio Braga, pontua que os impactos da mostra se direcionam à economia local, a exemplo da prestação de serviços (dos arquitetos e escritórios de arquitetura) e das pessoas que trabalham com o artesanato local. Isso porque criam “diversos produtos, seja na confecção de abajur, de pratos, de xícaras, que se enquadram dentro da concepção de artesanato. E esse trabalho manual participa da CASACOR Piauí, sendo um polo muito grande e um diferencial na divulgação dos artesãos”, explica. 

Estrategicamente, ele comenta que ao longo de todo o ano os artesãos devem criar um planejamento prévio de exposição, estreitar laços com órgãos e espaços de valorização do artesanato para que, no período da mostra, consigam reforçar a importância do trabalho que executam. 

“Essa preparação e planejamento geram um bom networking, o que pode proporcionar ter o seu produto divulgado no Centro de Artesanato e, provavelmente, mais chances de estar na exposição de arquitetura”, sugere o docente. Ele endossa que o artesanato, associado aos outros ativos da economia criativa que a CASACOR Piauí aciona, são elos que reforçam a geração de renda, emprego e valorização dos produtos confeccionados por piauienses.

Sobre a terceira edição e imóvel escolhido

Em 2026, o elenco criará seus projetos guiado pelo tema “Mente e Coração”, que propõe reflexões e soluções para as principais angústias do ser humano. A temática é um desafio às marcas e profissionais a trabalhar a casa como espaço de cura e autocuidado, fazendo frente à quantidade excessiva de informações e às angústias trazidas pela inserção da inteligência artificial no dia a dia. O tema se torna um laboratório real para pensar, agir e conectar o morar com os contextos sociais atuais de forma ampla e sensível.

Com aposta em um elenco renomado, criativo e único, o evento conta com 47 profissionais que serão responsáveis por dar vida, sentido e emoção a 32 ambientes que comporão o novo imóvel. O imóvel, de propriedade da Tabeliã Pública, a Sra. Anatália Gonçalves de Sampaio Pereira, é composto por área construída de 1.100m² e mais área de terreno, o que totaliza 10.000m² para que os novos profissionais do elenco desenvolvam suas ideias e projetos. 

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