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Caso Maria Eduarda: investigação em Teresina leva à prisão de suspeito de assassinato em Oeiras

No dia 16 de janeiro, um homem identificado como Marcos Marciel Leal da Silva foi assassinado a tiros no Conjunto Cajueiro, em Oeiras.

Marcos Marciel Leal da Silva | Foto: Reprodução / Saymon Lima
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Durante o cumprimento de mandados contra envolvidos no assassinato de Maria Eduarda, o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) prendeu João Victor Alves da Silva, conhecido como “Corolla”. Ele foi localizado em Teresina e era procurado por suspeita de matar Marcos Marciel Leal da Silva, o “Tatuí”, em Oeiras, no Sul do Piauí.

João Victor estava escondido na casa de Layrisse Borges, vulgo "Iemanjá", na zona Norte de Teresina. A mulher é apontada como um dos envolvidos na morte de Maria Eduarda. Ao abordar João Victor, o DHPP descobriu o mandado de prisão contra ele.

ASSASSINATO EM OEIRAS

No dia 16 de janeiro, um homem identificado como Marcos Marciel Leal da Silva foi assassinado a tiros no Conjunto Cajueiro, em Oeiras. A vítima seria envolvida com o tráfico de drogas e teria deixado a prisão há poucos dias, de acordo com a Polícia Civil.

Desde o crime, João Victor, que é faccionado PCC, se refugiou em Teresina. 

ASSASSINATO DE MARIA EDUARDA

Maria Eduarda Ferreira Sena Reis foi assassinada em outubro de 2025, no Conjunto Lindalma Soares, na zona Norte de Teresina. A polícia apurou que o crime está ligado a um relacionamento amoroso e a conflitos entre facções criminosas.

Maria Eduarda, morta na zona Norte de Teresina | FOTO: Reprodução

Segundo a delegada Nathalia Figueiredo, a vítima usava tornozeleira eletrônica e se relacionava com um homem conhecido como “Jubileu”, integrante do Bonde dos 40, facção da qual ela também fazia parte. 

“Jubileu” é suspeito de matar o irmão de Michardson Romário. Maria Eduarda estava em um baile de reggae, foi reconhecida e morta. No domingo (18), Michardson foi preso, o que indica que o assassinato pode ter sido motivado por vingança.

Também foram presos Layrisse Borges, a “Iemanjá”, e Francisco José Rodrigues, o “Rodriguinho”. Adrielly Machado, a “Novinha Celeste”, já estava no sistema prisional.

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