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Operação contra o PCC em quatro cidades do Piauí e do Maranhão soma 27 prisões

Os alvos da operação são investigados por envolvimento com o tráfico de drogas e integram a organização criminosa com atuação na região

Suspeitos presos em operação. | Arquivo Meio Norte

Texto escrito por Jéssica Machado. 

A operação integrada entre as polícias Civil e Militar do Piauí, contra a facção Primeiro Comando da Capital (PCC), soma 27 prisões, conforme apurado pela coluna. A ação foi deflagrada na manhã desta sexta-feira (10), nas cidades de Parnaíba, Teresina, Buriti dos Lopes, no Piauí, e em Coelho Neto, no Maranhão. Ao todo, são 62 mandados.

O delegado Samuel Silveira, coordenador do Departamento Estadual de Repressão ao Narcotráfico (Denarc), disse em entrevista à Rede Meio Norte, são 31 mandados de prisão e 31 mandados de busca e apreensão. Além disso, ele destacou a atuação no combate as facções. 

“Mais uma operação sendo executada pelas segurança pública. Nós temos aqui o nosso mote, o nosso formato que são de operações integradas. Iniciamos a semana dando um golpe duro na facção Bonde dos 40. Estamos fechando a semana dando, na mesma proporção, um golpe duro na facção PCC. Estamos cumprindo 62 mandados judiciais enfrentando a organização criminosa PCC, 31 mandados de prisão.

Os alvos da operação são investigados por envolvimento com o tráfico de drogas e integram a organização criminosa com atuação na região. A ação foi coordenada pelo DENARC, com apoio do Departamento de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (DRACO) e da Polícia Militar. 

 "Sextou para segurança pública e para vocês. Para nós, trabalho protegendo todas as famílias de bem do nosso estado. Para vocês, cadeia e encarceramento"., disse o delegado Charles Pessoa, do DRACO. 

PRESOS

Dentre os presos estão:

  • William Calel, conhecido como “Dracola”, apontado como um dos principais agentes do PCC em Teresina e preso pela sexta vez;
  • Um homem de vulgo “Chico Doido”, traficante conhecido na região;
  • Francisco das Chagas, “Cuim”, apontado como líder do grupo no Morro da Esperança;
  • Outros seis suspeitos presos no Morro da Esperança (cinco homens e uma mulher), com quem foram apreendidos tabletes de sal de cocaína avaliados em cerca de R$ 500 mil.

Volume de prisões, volume considerado de droga. Se a gente for converter isso em dinheiro, cada peça dessa, aproximadamente, R$ 100.000. Só nessa mochila, a gente enxerga aí 1, 2, 3, 4, 5. Então, só aqui nessa mochila, R$ 500.000 em droga, afirmou o coordenador do DENARC

*** As opiniões aqui contidas não expressam a opinião no Grupo Meio.
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