Com árvores que foram fossilizadas há mais de 280 milhões de anos, o Parque Floresta Fóssil fica localizado à beira do Rio Poti, na zona Leste de Teresina. O parque possui trilhas e é repleto de belezas naturais, com diferentes tipos de animais no espaço. O local é aberto ao público, mas quem possui receio de ir sozinho ou não conhece a região pode optar por fazer o percurso com um guia.
Beatriz Carvalho, condutora ambiental, é uma das guias que realiza visitas no local. Ao MeioNews, ela destacou que divide suas visitas em três partes:
- Rota Social: realizada na área da recepção, envolve as apresentações da condutora e dos visitantes e uma explicação prévia sobre o que será visto ao longo do percurso.
- Rota Cultural: segue em direção aos troncos fossilizados, onde é contada a história geológica do ambiente, como ele surgiu, quem foram os primeiros pesquisadores e a história do parque.
- Rota Natural: realizada na descida para o rio, foca na interpretação ambiental, observação, contemplação, admiração da natureza e registro fotográfico, buscando despertar um olhar diferenciado e de preservação nos visitantes.
“Nós temos trilhas de 4 km, tem de 3 km, a menor é de 1 km e 400 m".
Contato: o agendamento prévio é feito pelo Instagram @trilhasflorestafossil_teresina.
Dias de semana:
Para escolas particulares, é cobrada uma taxa de guia de R$ 150.
Para visitantes ou turistas individuais, o valor é de R$ 50, se for apenas uma pessoa, ou R$ 30 por pessoa, para grupos de duas ou mais pessoas.
Finais de semana:
As atividades ocorrem apenas com grupos formados de, no mínimo, 10 pessoas, ao custo de R$ 30 por pessoa. Caso o grupo tenha menos de 10 pessoas, a visita pode ser realizada mediante o pagamento da taxa fixa de guia de R$ 150.
*O pagamento deve ser feito um dia antes da atividade para que a guia possa ir ao local organizar e preparar o espaço.
As visitas, além do turismo, possuem um forte caráter de educação ambiental e patrimonial. Durante o percurso, Beatriz conscientiza os visitantes sobre o descarte correto de resíduos e a proibição de acender fogueiras no parque. Segundo ela, é importante que o local seja preservado.
“Esse parque é nosso, que todos nós devemos usar, o acesso é livre para as pessoas que queira observar o rio, fazer a trilha, corrida, bike, é livre, não paga taxa. O que é pago é, simplesmente, a taxa do condutor ambiental, caso a pessoa solicita. Mas se ela não não solicitar, se eu tiver por aqui, eu faço o atendimento mesmo do jeito, não tem problema”, acrescentou.
Beatriz Carvalho./Foto: Jéssica Machado.