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Desaparecimento de adolescente há duas semanas levanta dúvidas sobre afogamento, em Teresina

O caso aconteceu no dia 17 de maio. O mistério envolto no desaparecimento do adolescente levanta questionamentos.

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  • Jonh Pedro, 15 anos, desapareceu no Rio Parnaíba em 17 de maio.
  • A família acredita que ele se afogou com amigos, mas o corpo ainda não foi encontrado.
  • O Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Piauí realizou buscas e mergulhos, sem sucesso.
  • O caso agora é investigado pela Delegacia de Desaparecidos do DHPP.
Jonh Pedro de Freitas Brito | Foto: Reprodução
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Duas semanas se passaram, desde o desaparecimento de Jonh Pedro de Freitas Brito, de 15 anos. A única informação que a família tem é a de que o adolescente teria ido banhar com amigos no Rio Parnaíba, no Angelim, e se afogou e foi arrastado pela correnteza.

O caso aconteceu no dia 17 de maio. O mistério envolto no desaparecimento do adolescente levanta questionamentos. O Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Piauí chama atenção para o fato de o corpo ainda não ter sido encontrado.

A tendência, o normal, é que o corpo venha a flutuar. No caso de Jonh Pedro, tanto foram realizados mergulhos como buscas navegando pelo Rio Parnaíba, mas não tivemos êxito [...] Nem o corpo foi encontrado durante os mergulhos, nem nas buscas realizadas pela corporação, tampouco no monitoramento feito pela população ribeirinha. Então, estamos aguardando o desdobramento das investigações para realmente podermos ter certeza de que ocorreu um afogamento. Porque o normal, o ordinário, é que, ocorrendo um afogamento, o Corpo de Bombeiros encontre o corpo, disse o coronel Egídio Leite.

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ENTENDA

A mãe de Jonh relatou ao MeioNews que, na véspera do desaparecimento, o adolescente estava ingerindo bebidas alcoólicas com amigos em um bar. Na manhã do dia 17 de maio, ele e o mesmo grupo seguiram para o Rio Parnaíba, onde pretendiam tomar banho.

Segundo ela, a notícia do desaparecimento foi repassada pelos próprios amigos, que afirmaram ter tentado socorrê-lo, mas não conseguiram. Conforme Luana Raquel, mãe de Jonh, o adolescente estava em uma “coroa” no rio e, ao retornar, teria passado mal. “Outras pessoas falaram que ele tinha sentido câimbra e não conseguiram puxá-lo. Disseram ainda que ele mergulhou e não voltou mais”, disse.

Inicialmente, o desaparecimento de Jonh era investigado pelo 22º Distrito Policial. O caso passou a ser conduzido pela Delegacia de Desaparecidos do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

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