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Entenda por que o Piauí lidera ranking nacional de investimentos públicos

Piauí combina equilíbrio fiscal e capacidade de investir em obras estruturantes.

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  • O Piauí alcançou o 1º lugar no Brasil em capacidade de investimentos públicos.
  • Estado reúne condições fiscais para investir mais em infraestrutura e logística.
  • Governador Rafael Fonteles utiliza operações de crédito para antecipar investimentos.
  • Nível de endividamento do Estado é considerado baixo, inferior a 17% do PIB.
Rafael Fonteles afirma que o Piauí utiliza operações de crédito | Foto: Divulgação/Alysson Dinis
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O Piauí alcançou o 1º lugar no Brasil no indicador de capacidade de investimentos públicos do Ranking de Competitividade dos Estados, elaborado pelo Centro de Liderança Pública (CLP). O resultado mostra que o estado reúne condições fiscais para investir mais em áreas como infraestrutura e logística, mantendo o controle das contas públicas e gerando impactos na economia e na oferta de serviços à população.

O indicador integra o pilar de Solidez Fiscal e avalia a capacidade dos estados de equilibrar receitas e despesas, especialmente com o controle de gastos com pessoal. O cenário permite que parte maior do orçamento seja destinada a investimentos, sem comprometer a sustentabilidade financeira ao longo do tempo.

Outro fator que explica o resultado é a capacidade de planejar e executar projetos considerados estruturantes, com foco em aumentar a competitividade do estado. Esse tipo de investimento tende a gerar efeitos contínuos na economia, ao estimular a atividade produtiva e ampliar oportunidades de emprego e renda.

Crédito planejado antecipa obras e amplia investimentos

O governador Rafael Fonteles afirma que o Piauí utiliza operações de crédito para antecipar investimentos em áreas como infraestrutura, educação, saúde e segurança, comparando o modelo ao financiamento de uma casa própria.

“Uma pessoa normalmente não espera poupar durante vinte anos parte do seu salário para só depois comprar a casa própria, ela já compra a casa própria quando tem um salário, quando tem renda, e financia durante vinte anos. Então, ao invés de ela esperar todo esse tempo pra ter uma casa própria, ela já tem a casa logo. Do mesmo jeito, o poder público”, explica.

O gestor destaca ainda que o nível de endividamento do Estado é considerado baixo, inferior a 17% do PIB, e que as operações seguem limites estabelecidos.

“Por isso que os financiamentos e as operações de crédito são bem-vindas, porque permitem fazer logo investimentos em estradas, escolas, hospitais, equipamentos pra polícia e pra agricultura, pra população se beneficiar logo, sem comprometer a capacidade de pagamento”, pontua o governador.

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