Mais um vendedor da mesma empresa de Ricardo Dias de Sousa, preso suspeito aplicar golpes utilizando falsas cartas de crédito contempladas, foi detido pelo mesmo crime após se apresentar na 1° Delegacia Seccional de Teresina. Trata-se de Arnaldo Pereira da Silva Filho.
Contra ele foi cumprido um mandado de prisão preventiva por estelionato. Arnaldo Pereira e Ricardo Dias integram a mesma empresa, localizada no Centro da capital. Conforme a decisão judicial, uma das vítimas registrou boletim de ocorrência relatando que foi enganada e chegou a pagar mais de R$ 40 mil.
“A autoridade policial aponta que, segundo o relato, a vítima firmou contrato de consórcio com representantes da empresa Multimarcas Administradora de Consórcios Ltda, após promessa do vendedor Arnaldo Pereira da Silva Filho de que a contemplação ocorreria de forma “rápida”, inclusive a partir da primeira parcela. A vítima pagou R$ 21.860,21 de entrada e nove parcelas de R$ 2.323,03, e posteriormente, diante da frustração, cancelou o contrato”, consta no documento.
Segundo a vítima, após o cancelamento, um dos funcionários informou que os valores só seriam recuperados se ingressasse em outro grupo de consórcio. A decisão do mandado de prisão de Arnaldo e Ricardo foi proferida no dia 8 de janeiro deste ano.
RICARDO PRESO
Ricardo foi preso no dia 6 de janeiro capturado na sede de uma empresa no Centro de Teresina (PI), da qual era representante. Ele responde a diversos inquéritos relacionados a esse mesmo tipo de prática criminosa, que teria causado prejuízos financeiros a vários clientes.
O QUE DIZEM AS INVESTIGAÇÕES?
As investigações apontam que as vítimas assinavam contratos de consórcio acreditando estar adquirindo cartas de crédito contempladas quando, na verdade, firmavam apenas contratos comuns.
Conforme o delegado Sérgio Alencar, o suspeito responde a diversos inquéritos relacionados a esse mesmo tipo de prática criminosa, que teria causado prejuízos financeiros a vários clientes.
OUTRO LADO
A Rede Meio Norte está à disposição para ouvir a defesa da empresa, cujo nome é Multimarcas Consórcios, para esclarecer todo o processo denunciado pelas vítimas.