Durante o crime, um dos últimos disparos feitos pelo acusado atingiu um táxi que estava estacionado próximo ao local. Em depoimento, o taxista relatou que estava dentro do carro quando ouviu os disparos e percebeu que um projétil atravessou o para-brisa, atingindo a região do pescoço e do ombro.
Ele afirmou que não conhecia o acusado e que não era o alvo dos disparos.