- Homem foi preso por desviar carga de 9,2 toneladas de óleo vegetal avaliada em R$ 24 mil.
- Acusado teria alterado rota e vendido carga em Currais Novos, no Rio Grande do Norte.
- Informações falsas foram fornecidas à empresa para ocultar o desvio da carga.
- Carga foi localizada e recuperada com apoio da Polícia Civil do Rio Grande do Norte.
- Operação envolveu ações integradas entre Piauí e Paraíba para cumprir ordem judicial.
Um homem foi preso suspeito de desviar uma carga de 9,2 toneladas de óleo vegetal, avaliada em mais de R$ 24 mil. Segundo o Departamento de Repressão às Ações Criminosas Organizadas do Piauí (DRACO-PI), ele foi contratado por uma empresa de Esperantina (PI), para transportar o material até Juazeiro do Norte (CE). No entanto, o suspeito teria desviado a rota e vendido a carga por R$ 36,5 mil.
Segundo o DRACO-PI, o investigado teria determinado a alteração da rota originalmente estabelecida, direcionando a carga para o município de Currais Novos, no Rio Grande do Norte, onde a mercadoria foi comercializada irregularmente.
Para ocultar o desvio, o suspeito teria fornecido informações falsas à empresa contratante, alegando problemas mecânicos e indicando diferentes localizações durante o transporte.
O trabalho investigativo permitiu identificar o responsável pela negociação, reconstruir o percurso da mercadoria e reunir elementos que fundamentaram a representação pela prisão preventiva. Parte da carga foi localizada e recuperada no Rio Grande do Norte, com apoio da Polícia Civil daquele estado, sendo posteriormente restituída à empresa proprietária.
Como o suspeito residia no estado da Paraíba, foi realizada uma ação integrada entre os departamentos especializados dos dois estados, cabendo às equipes do DRACO-PB a localização e o cumprimento da ordem judicial.
Nosso compromisso é atuar de forma firme contra aqueles que utilizam a fraude como instrumento para obter vantagens ilícitas. Além da responsabilização criminal, buscamos fortalecer a segurança das relações comerciais e demonstrar que esse tipo de prática não ficará impune. A inteligência policial e o trabalho técnico são fundamentais para alcançar esses resultados, pontuou o coordenador do DRACO, delegado Laércio Evangelista.