Anderson Barroso da Silva, morto a tiros na noite desta quinta-feira (5), teria ligação com a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) e estaria envolvido na invasão de um velório e incêndio de um caixão na Vila Cristalina, zona Norte da capital. A informação foi confirmada ao MeioNews pelo comandante do Policiamento Metropolitano, coronel Pitombeira.
Houve esse problema que está no meio de janeiro num velório de um outro indivíduo, também envolvido por parte foi uma seria rival da facção a qual ele se denomina participar. E ele teria sido um dos responsáveis por esse ataque no velório no qual atearam fogo e efetuado disparo no caixão do morto.
Segundo a autoridade, Anderson possui mais de 20 passagens pela polícia, incluindo três pelo sistema prisional, mas estava em liberdade. Ele foi executado a tiros na Rua 5, na Vila Mocambinho, zona Norte de Teresina. O coronel relatou que a possível motivação do crime está relacionada a uma retaliação.
Um dos motivos que a gente está acreditando, é que morte dele seria por conta disso, a facção rival, digamos assim, rechaçando ou revidando a atitude, o fato do qual ele tem essa responsabilidade.
O QUE ACONTECEU?
O crime ocorreu por volta das 20h20. Informações preliminares apontam que suspeitos chegaram em um carro branco e efetuaram disparos contra Anderson. Ele foi socorrido e levado ao Hospital Buenos Aires, mas não resistiu aos ferimentos e morreu ao dar entrada na unidade.
As investigações sobre o homicídio estão sendo conduzidas pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), com apoio do setor de inteligência da Polícia Militar. Até o momento, nenhum suspeito foi preso.
Nossa inteligência está trabalhando mais informações de forma integrada com a inteligência da Polícia Civil e a equipe da delegacia de homicídio sob a coordenação do delegado Baretta já está trabalhando isso.