- Sebastião Rodrigues de Lima, apelidado de "Chila", foi preso na quinta-feira (3) pela Polícia Civil do Piauí em Petrolina (PE).
- O suspeito é investigado por ter assassinado o empresário e candidato a vereador Mauro Ângelo de Assis em 8 de agosto em Capitão Gervásio Oliveira (PI).
- A prisão ocorreu durante a Operação “Sangue Frio”, com apoio da SSP-PI e da Polícia Civil de Pernambuco.
- Foram cumpridos mandados de busca e apreensão, incluindo uma arma de fogo apontada como usada no homicídio.
- O investigado foi encaminhado para os procedimentos legais e permanece à disposição da Justiça.
Sebastião Rodrigues de Lima, o “Chila”, preso na manhã desta quinta-feira (3) pela Polícia Civil do Piauí em Petrolina (PE), é investigado por assassinar o empresário e candidato a vereador Mauro Ângelo de Assis. O crime ocorreu no dia 8 de agosto deste ano em Capitão Gervásio Oliveira (PI).
A prisão ocorreu durante a Operação “Sangue Frio”, deflagrada pela Delegacia de São João do Piauí, com apoio operacional da Delegacia Seccional de São Raimundo Nonato e da Diretoria de Inteligência da Secretaria de Segurança Pública do Piauí (SSP-PI), em ação integrada com a Polícia Civil de Pernambuco.
Durante a operação, além do mandado de prisão, também foi cumprido um mandado de busca e apreensão relacionado às investigações. Foi localizada uma arma de fogo apontada como sendo, a utilizada no homicídio. O armamento foi apreendido e será submetido aos procedimentos periciais cabíveis, que poderão contribuir para a elucidação do crime.
O CRIME
O homicídio ocorreu na noite do dia 8 de agosto, quando Mauro Ângelo de Assis estava em um bar localizado em frente à praça principal de Capitão Gervásio Oliveira. O empresário foi surpreendido por disparos de arma de fogo e morreu ainda no local.
Com o avanço das investigações, as forças de segurança conseguiram identificar e localizar o suspeito, que se encontrava em Petrolina, no Estado de Pernambuco. A localização do investigado e a apreensão da suposta arma utilizada no crime representam importantes avanços para a investigação.
Após a prisão, o investigado foi encaminhado para os procedimentos legais e permanece à disposição da Justiça.