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Mulher é suspeita de invadir escola e agredir aluno com autismo no interior do Piauí

O caso seguirá sob investigação da Polícia Civil, que deverá apurar as circunstâncias e a motivação da agressão registrada no ambiente escolar.

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  • Uma mulher de 42 anos foi conduzida à delegacia suspeita de agredir estudante de 12 anos com TEA em escola da zona rural.
  • A agressão ocorreu na tarde de segunda-feira, após a direção da escola acionar a polícia militar por volta das 15h30.
  • A suspeita portava canivete, que caiu ao chão, e o adolescente sofreu lesões em diferentes partes do corpo.
  • Imagens do sistema de videomonitoramento foram recolhidas e entregues à polícia civil para investigação.
  • A mulher foi liberada após o registro do Termo Circunstanciado de Ocorrência e segue sob investigação.
Suspeita foi conduzida à delegacia | Foto: Reprodução/Cidades na Net
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Uma mulher de 42 anos foi conduzida à Delegacia de Polícia Civil de Pio IX na tarde de segunda-feira (13), suspeita de agredir um estudante de 12 anos, diagnosticado com Transtorno do Espectro Autista (TEA), dentro de uma escola localizada na comunidade Covadonga/Divisa, zona rural do município.

De acordo com informações do Grupamento da Polícia Militar (GPM), a ocorrência foi registrada por volta das 15h30, após a direção da unidade de ensino acionar a guarnição para informar que uma mulher, mãe de outro aluno da escola, havia invadido as dependências da instituição e agredido fisicamente o adolescente.

Segundo a Polícia Militar, durante a agressão a mulher portava um canivete, que caiu ao chão no momento da ação e não chegou a ser utilizado. Em decorrência das agressões, o estudante sofreu lesões em diferentes partes do corpo, inclusive na região do pescoço, sendo socorrido por pessoas que estavam na escola.

Após confirmar a ocorrência, os agentes realizaram diligências e localizaram a suspeita nas proximidades de sua residência. Ela foi conduzida à Delegacia de Polícia Civil juntamente com o canivete apreendido.

O comandante do GPM de Pio IX, sargento Joelson Nascimento, informou que as imagens do sistema de videomonitoramento da escola, que registraram toda a ação, foram recolhidas e entregues à Polícia Civil para auxiliar nas investigações. Ainda segundo o comandante, durante todo o procedimento de condução e apresentação à autoridade policial, a mulher optou por permanecer em silêncio.

Após a análise dos fatos, a Polícia Civil lavrou um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) pela suposta prática do crime de lesão corporal dolosa. Concluídos os procedimentos legais, a mulher foi liberada. O caso seguirá sob investigação da Polícia Civil, que deverá apurar as circunstâncias e a motivação da agressão registrada no ambiente escolar.

(Com informações do Cidades na Net)

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