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Paciente com suspeita de Mpox dá entrada no Hospital Natan Portella, no Piauí

Secretária de Saúde investiga o caso e diz que as amostras foram levadas ao Laboratório Central do Piauí para exames.

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Paciente com suspeita de Mpox no Hospital Natan Portella, em Teresina. Amostras enviadas ao Lacen para análise laboratorial. Infecção viral transmitida por contato direto com lesões de pele. Sintomas incluem erupções que começam no rosto e se espalham. Mais de 1.000 casos registrados neste ano. São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte com maior número de casos.
MPOX tem como principal sintoma erupções no corpo | Foto: Divulgação Ministério da Saúde
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O Hospital de Doenças Tropicais Natan Portella, em Teresina, recebeu paciente com suspeita de Mpox. A Secretaria Estadual de Saúde do Piauí (Sesapi) investiga o caso. O Piauí já contabiliza 40 casos da doença desde que ela foi identificada pela primeira vez em 2022.

Exames

Segundo a Sesapi, o caso está em análise e as amostras foram enviadas ao Laboratório Central do Piauí (Lacen) para exames laboratoriais.

O que é

A Mpox é uma infecção viral transmitida entre humanos, principalmente por meio de contato direto com lesões de pele de pessoas infectadas. Os principais sintomas incluem erupções que geralmente começam no rosto e se espalham para outras partes do corpo.

Emergência

Em agosto, a Organização Mundial da Saúde (OMS) classificou a Mpox como uma Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional (ESPII). A medida visa coordenar uma resposta global para conter a doença.

Municípios

Mais de mil casos foram registrados no Brasil neste ano. Segundo o Ministério da Saúde, entre os meses de janeiro e a primeira semana de setembro, foram contabilizados 1.015 prováveis ou confirmados. Entre os municípios que registraram o maior número de casos estão São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador e Brasília.

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