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Perícia aponta que irmãos comeram cajus envenenados com chumbinho; criança de 7 anos morreu

Ulisses Gabriel da Silva, de 8 anos, segue internado.

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A Inteligência Artificial (IA) é um campo da ciência da computação que visa criar máquinas capazes de exibir comportamento inteligente, como compreensão de linguagem, resolução de problemas e aprendizado. Existem vários tipos de IA, incluindo IA fraca, que se concentra em tarefas específicas, e IA forte, que busca igualar ou exceder a inteligência humana. O aprendizado de máquina é um subcampo da IA que permite que os computadores aprendam com dados sem serem explicitamente programados. A IA tem uma ampla gama de aplicações, incluindo reconhecimento de imagem, processamento de linguagem natural, tomada de decisão e automação. É usada em setores como saúde, finanças, varejo e manufatura.
João Miguel da Silva, de 7 anos, morreu no dia 28 de agosto após ingerir a fruta. | Foto: Reprodução/Getty Imagens
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A perícia do Laboratório de Toxicologia Forense do Instituto Médico Legal (IML) concluiu que os cajus consumidos por dois irmãos em Parnaíba continham chumbinho, um veneno geralmente usado como raticida. João Miguel da Silva, de 7 anos, morreu no dia 28 de agosto após ingerir a fruta. Seu irmão, Ulisses Gabriel da Silva, de 8 anos, segue internado.

O QUE ACONTECEU

As investigações apontam que a vizinha das crianças, Lucécia Maria da Conceição, 52 anos, irritada porque elas subiram no muro de sua casa para pegar os cajus, entregou uma sacola com as frutas envenenadas. A mulher foi encaminhada à Central de Flagrantes de Teresina no dia 23 de agosto após ter sido apontada como autora dos envenenamentos. Após a prisão da suspeita, moradores, revoltados, incendiaram sua casa.

PASSARAM MAL EM CASA

Segundo a mãe, os meninos comeram os cajus e logo após começaram a se sentir mal em casa, com sintomas graves como tontura, convulsões, e alteração da coloração da pele. João Miguel faleceu cinco dias após ser internado, enquanto Ulisses foi transferido para o Hospital de Urgência de Teresina (HUT), onde permanece em estado grave.

SUSPEITA FOI PRESA

A principal suspeita, Lucélia Maria da Conceição Silva, de 52 anos, foi presa em flagrante e nega as acusações. Sua prisão preventiva foi decretada pela Justiça pouco depois do ocorrido.

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