- Policia Federal realiza ações contra crimes virtuais em Teresina com busca e apreensão em operações Carcará 46 e 47.
- Homem preso em flagrante por armazenar cenas de abuso sexual de crianças e adolescentes após análise de dispositivos.
- Policia investiga compartilhamento de arquivos com cenas de abuso sexual infantojuvenil e analisa materiais apreendidos.
- PF alerta sobre uso de termos como "abuso sexual" em vez de "pornografia" e orienta pais a monitorar uso da internet por crianças.
- Corpo também aponta diálogo sobre segurança digital e orientação para que adolescentes comuniquem situações suspeitas.
A Polícia Federal (PF) realizou, nesta terça-feira (25), duas ações de combate a crimes praticados pela internet contra crianças e adolescentes, com o cumprimento de dois mandados de busca e apreensão em Teresina. As ações fazem parte das Operações Carcará 46 e 47.
Durante as diligências, análises preliminares realizadas em dispositivos eletrônicos de um dos investigados identificaram material de abuso sexual infantojuvenil. Diante da constatação, o homem foi preso em flagrante por armazenamento de cenas de abuso sexual de crianças e adolescentes.
Polícia também apura compartilhamento de arquivos
As investigações apuram ainda o compartilhamento de arquivos contendo cenas de abuso sexual infantojuvenil. A Polícia Federal segue analisando os materiais apreendidos para identificar possíveis outras condutas relacionadas aos crimes investigados.
PF alerta para proteção de crianças e adolescentes
A Polícia Federal explicou que, embora o termo “pornografia” ainda apareça no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), a comunidade internacional utiliza preferencialmente expressões como “abuso sexual de crianças e adolescentes” ou “violência sexual contra crianças e adolescentes”, por representarem melhor a gravidade desses crimes.
A corporação também orienta pais e responsáveis a acompanharem o uso da internet por crianças e adolescentes, como forma de reduzir riscos e proteger possíveis vítimas.
O diálogo sobre segurança no ambiente digital e a orientação para que crianças e adolescentes comuniquem situações suspeitas também são apontados como medidas de prevenção.