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Piauí alcançou menor taxa de informalidade da série histórica, aponta o IBGE

As maiores taxas anuais ficaram com Maranhão (58,7%), Pará (58,5%) e Bahia (52,8%); e as menores, com Santa Catarina (26,3%), Distrito Federal (27,3%) e São Paulo (29, 0%).

Mercado informal | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
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A informalidade do mercado de trabalho piauiense alcançou o menor valor de sua série histórica, com 52,6% dos ocupados em 2025, uma redução de 4 pontos percentuais em relação a 2024. São dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Anual – PNAD/Anual do IBGE.

Já a taxa anual de informalidade para o país foi de 38,1% da população ocupada. As maiores taxas anuais ficaram com Maranhão (58,7%), Pará (58,5%) e Bahia (52,8%); e as menores, com Santa Catarina (26,3%), Distrito Federal (27,3%) e São Paulo (29, 0%).

Rendimento médio do trabalhador piauiense teve aumento em 2025

A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Anual – PNAD/Anual do IBGE, identificou aumento da renda entre as pessoas ocupadas no ano de 2025, alcançando o valor médio de R$ 2.561,00. Em relação a 2024, quando a média era de R$ 2.304,00, a renda do trabalhador piauiense aumentou R$ 257,00.

A renda média das pessoas ocupadas no Piauí foi maior que a média dos estados do Nordeste em 2025, que alcançou R$ 2.475,00, e inferior à média nacional, que foi de R$ 3.560,00. Os maiores valores de rendimento entre os estados da federação foram do Distrito Federal (R$ 6.320), São Paulo (R$ 4.190) e Rio de Janeiro (R$ 4.177). Os menores valores foram de Maranhão (R$ 2.228), Bahia (R$ 2.284).

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