- O Piauí conquistou a primeira colocação no Índice ABEP-TIC 2026, alcançando a pontuação máxima de 100 pontos.
- O ranking destaca o Piauí como referência em transformação digital dos serviços públicos, mantendo a liderança nacional.
- O índice avalia a qualidade e a oferta de serviços digitais, considerando critérios como acessibilidade e experiência do usuário.
- A evolução do Piauí foi atribuída a investimentos em tecnologia e integração entre órgãos públicos, elevando sua posição do 23º para o primeiro lugar.
- O reconhecimento reforça a eficácia da política pública de digitalização, com foco em facilitar a vida dos cidadãos.
O Piauí conquistou a primeira colocação no Índice ABEP-TIC de Oferta de Serviços Públicos Digitais (IOSPD) 2026, alcançando a pontuação máxima, de 100 pontos, e mantendo, pelo segundo ano consecutivo, a liderança nacional na transformação digital dos serviços públicos. O levantamento avalia a oferta e a qualidade dos serviços digitais dos estados brasileiros.
Confira o ranking do IOSPD 2026:
1. Piauí – 100,00
2. Goiás – 99,00
3. Rio Grande do Sul – 97,50
4. Pernambuco – 96,28
5. Minas Gerais – 95,42
6. Mato Grosso – 93,80
7. Rio de Janeiro – 93,78
8. Tocantins – 93,47
9. Espírito Santo – 88,50
10. Acre – 87,43
11. Ceará – 83,59
12. São Paulo – 82,48
13. Rondônia – 79,63
14. Bahia – 77,01
15. Mato Grosso do Sul – 74,81
16. Alagoas – 67,84
17. Paraíba – 63,71
18. Distrito Federal – 50,74
19. Maranhão – 42,14
20. Sergipe – 41,16
21. Amapá – 39,91
22. Rio Grande do Norte – 38,36
23. Santa Catarina – 38,23
24. Amazonas – 31,81
25. Pará – 31,48
26. Roraima – 14,17
A conquista consolida uma trajetória de crescimento na digitalização dos serviços públicos. Em 2023, o Piauí ocupava a 23ª posição no levantamento nacional. Já em 2025, alcançou o primeiro lugar do país e, agora, mantém a liderança, reafirmando sua posição como referência em governo digital.
O Índice ABEP-TIC tem como objetivo avaliar a capacidade dos estados em oferecer serviços públicos por meios digitais, verificando não apenas a quantidade de serviços disponíveis, mas também a qualidade da experiência oferecida ao cidadão, o cumprimento da legislação nacional e a adoção das melhores práticas de governo digital. O levantamento também acompanha, ano após ano, a evolução dos estados na modernização da prestação de serviços públicos.
O que é avaliado no índice
Para definir a pontuação dos estados, o IOSPD considera critérios que refletem a maturidade da transformação digital no setor público, entre eles:
- Acessibilidade, garantindo que os serviços possam ser utilizados por todos os cidadãos, inclusive pessoas com deficiência, seguindo padrões nacionais e internacionais.
- Experiência do usuário, com serviços desenvolvidos para serem simples, intuitivos e fáceis de utilizar.
- Integração de tecnologias, estimulando a adoção de soluções inovadoras que aumentem a eficiência e a qualidade do atendimento público.
- Transparência, com informações apresentadas em linguagem simples e de fácil compreensão.
- Monitoramento contínuo, permitindo acompanhar a evolução dos serviços e promover melhorias permanentes.
- Resultados relacionados à atuação direta do Estado, considerando apenas ações efetivamente executadas pelo governo estadual.
O desempenho do Piauí é atribuído à ampliação da oferta de serviços públicos digitais, com iniciativas como a expansão do Gov.pi Cidadão, a integração entre órgãos estaduais, a digitalização de processos administrativos e a adoção de soluções de inteligência artificial.
Segundo o presidente da Empresa de Tecnologia da Informação do Piauí (ETIPI), Ellen Gera, o resultado reflete os investimentos em tecnologia e a integração dos serviços públicos ao longo dos últimos anos. O estado saiu da 23ª posição no índice, em 2023, para figurar entre as referências nacionais em governo digital.
Esse reconhecimento tem um significado especial porque mostra o quanto o Piauí evoluiu em pouco tempo. Em 2023, ocupávamos a 23ª posição no índice. Hoje, somos reconhecidos nacionalmente como referência em oferta de serviços públicos digitais. Essa transformação só foi possível porque o Estado fez da tecnologia uma política pública, com investimentos, integração entre os órgãos e foco em facilitar a vida das pessoas, destacou.