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Piauí supera 1.000 emissões de identidade neonatal e reforça pioneirismo no Brasil

O serviço começou a ser oferecido em setembro de 2024, na Maternidade Dona Evangelina Rosa, em Teresina.

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  • O Piauí atingiu a marca de 1.000 Carteiras de Identidade Nacional (CIN) emitidas para recém-nascidos.
  • A ação é coordenada pela Secretaria de Segurança Pública do Piauí (SSP-PI), em parceria com o Pacto pelas Crianças do Piauí.
  • O serviço começou a ser oferecido em setembro de 2024, na Maternidade Dona Evangelina Rosa, em Teresina.
  • A emissão da CIN neonatal é realizada ainda na maternidade, com coleta biométrica do bebê e vinculação aos dados da mãe.
Carteiras de Identidade Nacional (CIN) emitidas para recém-nascidos | Foto: Ascom SSP-PI
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O Piauí atingiu a marca de 1.000 Carteiras de Identidade Nacional (CIN) emitidas para recém-nascidos, consolidando-se como um dos estados pioneiros na implementação do serviço no país. A ação é coordenada pela Secretaria de Segurança Pública do Piauí (SSP-PI), por meio do Instituto de Cidadania Digital, em parceria com o Pacto pelas Crianças do Piauí.

O serviço começou a ser oferecido em setembro de 2024, na Maternidade Dona Evangelina Rosa, em Teresina, permitindo que os bebês já saiam da unidade hospitalar com o documento de identificação. O sistema integra dados biométricos do recém-nascido às informações da mãe, o que aumenta a segurança e garante maior precisão no registro desde o nascimento.

O superintendente de Cidadania Digital da SSP-PI, Marcelo Mascarenhas, celebrou o resultado e ressaltou o impacto social da iniciativa. Segundo ele, o projeto representa um avanço importante na garantia de cidadania desde os primeiros dias de vida e reforça o protagonismo do estado na área de inovação pública. Ele também destacou a intenção de ampliar o serviço para outras maternidades da rede estadual.

A primeira-dama do Estado e coordenadora do Pacto pelas Crianças do Piauí, Isabel Fonteles, também destacou o caráter inovador da ação, afirmando que o Piauí tem se consolidado como referência nacional na identificação biométrica de recém-nascidos ainda no ambiente hospitalar.

Um dos casos que marcou a iniciativa foi o de Leylane Raylla, mãe do pequeno Abner, primeira a registrar o filho ainda na maternidade. Ela destacou a sensação de segurança proporcionada pelo documento, especialmente por ser mãe de primeira viagem.

“É uma tranquilidade enorme, principalmente para mim, que estou vivendo a maternidade pela primeira vez. Saber que ele já tem a identidade dele desde o nascimento traz muita segurança”, relatou.

Como funciona o serviço

O processo de emissão da CIN neonatal é realizado ainda na maternidade, com coleta biométrica do bebê, incluindo digitais e fotografia, que são inseridas em um sistema integrado à base nacional. As informações também são vinculadas aos dados da mãe, garantindo identificação precisa e reforçando a proteção contra trocas ou inconsistências no registro.

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