O Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP) prendeu, na manhã desta quarta-feira (14), um homem, identificado como Vitor Gabriel de Sousa, conhecido como Vitinho, de 18 anos, suspeito de envolvimento na morte do sargento da Polícia Militar do Piauí, Jurandir Pereira de Oliveira. O crime ocorreu em dezembro de 2024, no bairro Alto da Ressurreição, zona Sudeste de Teresina.
O sargento foi morto durante um assalto, no momento em que ele saía de um estabelecimento comercial e colocava compras dentro do seu veículo. Pelo menos sete pessoas participaram do crime. Um dos suspeitos acabou morto, no dia do ocorrido, após reação do sargento.
Segundo o delegado Bruno Ursulino, Vitinho era quem dirigia o carro utilizado no crime, que havia sido roubado de um motorista de aplicativo na zona Leste e após o crime acabou sendo abandonado.
No dia que ocorreu a morte do sargento Jurandir, ele era quem dirigia o veículo utilizado, que era um veículo que havia sido roubado de um motorista de aplicativo na zona Leste, disse o delegado.
Ursulino acrescentou que, anteriormente, todos os suspeitos do crime tinham sido apreendidos, mas por conta do prazo para julgamento, todos acabaram soltos, e agora, com uma decisão para nova internação, todos estão sendo conduzidos novamente.
Anteriormente, todos os envolvidos foram apreendidos, só que, devido ao tempo que a lei determina para que se faça o julgamento, acabou que todos os menores foram soltos, mas agora, com a decisão de internação de todos, eles estão sendo apreendidos novamente, e o que faltava para nós na região Sudeste era V., que se encontra à disposição da Justiça para que ele possa responder pelo crime na medida da sua culpa.
O delegado finalizou, informando que Vitinho já possui passagem pela polícia pela prática de roubo e, que na época que a investigação foi encerrada, ele toma conhecimento da atribuição do seu nome ao crime por um dos envolvidos e passa a intimidá-lo.
O Vitinho já tem passagem por roubo e, inclusive, quando essa investigação, à época, se encerra no DHPP, ele toma conhecimento de que um dos envolvidos atribui seu nome a esse fato e começa a querer intimidá-lo, ocorrendo uma briga entre os envolvidos no crime.
Vitinho será internado provisoriamente por até três anos, mesmo sendo maior de idade, com reavaliações e possibilidade de soltura. Segundo o delegado Bruno Ursulino, os demais envolvidos continuam detidos: dois maiores e quatro adolescentes.