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Procurador do Piauí assume comando de fórum nacional que busca soluções de conflitos nos estados

Luiz Filipe Ribeiro falou ao MeioNews a importância de ampliar a atuação do fórum nos estados do Brasil.

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  • Advogado Luiz Filipe Ribeiro eleito presidente do Fonacasc para o biênio 2026/2027.
  • Fórum busca promover cultura da consensualidade e reduzir judicialização de conflitos.
  • Presidência do Fonacasc é em sistema de rodízio entre estados e distritos federais.
  • Piauí priorizará ampliação do mecanismo e criação de câmaras em procuradorias.
  • Luiz Filipe destacou importância de eventos, palestras e diálogo entre órgãos.
Procurador Luiz Filipe Ribeiro | Foto: MeioNews
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O advogado e procurador do Estado do Piauí Luiz Filipe Ribeiro foi eleito presidente do Fórum Nacional de Câmaras de Soluções de Conflitos (Fonacasc) para o biênio 2026/2027.

 Vinculado ao Colégio Nacional de Procuradores-Gerais dos Estados e do Distrito Federal (Conpeg), o Fórum tem como objetivo promover e consolidar a cultura da consensualidade, estimulando a prevenção e a resolução de conflitos no âmbito da Administração Pública. A proposta é possibilitar a construção de acordos e soluções para controvérsias envolvendo o poder público, reduzindo a necessidade de judicialização. 

 Ao MeioNews, o procurador destacou que a presidência do Fórum funciona em sistema de rodízio entre os estados e afirmou que, com a condução do Fonacasc pelo Piauí, uma das prioridades será ampliar a atuação do mecanismo e incentivar a criação de câmaras de solução de conflitos nas procuradorias que ainda não contam com essa estrutura.

“A presidência começou com o Rio de Janeiro, passou por Goiás, então chegou a vez do Piauí. É uma gestão de continuidade. Nós vamos prosseguir realizando nossas reuniões, ouvindo todos os estados que já fazem parte, mas também colocar entre as nossas metas a instituição das respectivas câmaras naqueles estados, naquelas procuradorias onde ela ainda não existe”, afirmou.

 Luiz Filipe também ressaltou a importância de fortalecer a cultura da consensualidade, por meio da realização de eventos e palestras, do aprimoramento técnico das procuradorias e da ampliação do diálogo entre os órgãos.

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