Bruno Manoel Gomes Araujo, réu por assassinar policial civil Marcelo Soares da Costa, do Departamento de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) do Piauí, será julgado pelo Tribunal do Júri no dia 12 de março de 2026 no Fórum da Comarca de Santa Luzia do Paruá (MA).
Bruno é acusado também de tentar matar outros quatro agentes durante uma operação no dia 3 de setembro de 2024 em Santa Luzia do Paruá (MA). Ele foi pronunciado por homicídio qualificado e tentativa de homicídio qualificado em relação aos policiais sobrevivente. São eles: Laércio Ivando Evangelista Pires Ferreira, João Francisco Braz Vaz, Átila Oliveira Soares e Egídio dos Santos Silva Filho, conforme consta na denúncia do Ministério Público.
TRIBUNAL DO JÚRI POPULAR
É um julgamento em que cidadãos comuns, chamados jurados, decidem se o réu é culpado ou inocente em crimes dolosos contra a vida, como homicídio (quando há intenção de matar), infanticídio, aborto e instigação ao suicídio.
MORTE DE MARCELO SOARES
No dia 3 de setembro de 2024, a Polícia Civil do Piauí foi à casa do acusado para cumprir mandados de prisão e de busca e apreensão quando, segundo o MP, ele efetuou disparos de arma de fogo contra os policiais.
Marcelo foi atingido, chegou a ser socorrido, mas não resistiu. Depois do confronto, o acusado se rendeu e, em depoimento, admitiu ter atirado, mas alegou que não sabia que se tratava de policiais.
Marcelo participava da Operação Turismo Criminoso, que investigava suspeitos de fraudes no Departamento Estadual de Trânsito do Piauí (DETRAN-PI) e em financiamentos bancários.