A judoca Sarah Menezes em entrevista ao programa Banca de Sapateiro da Rádio Jornal FM 90.3 afirmou estar aberta a concorrer às eleições de 2026, mas que ainda não há nada acertado. Na oportunidade, ela chegou a perguntar ao público se a aceitariam como possível candidata.
Boa pergunta, não sei. Gostaria de perguntar para o público. Eu posso ser candidata? O que vocês acham? Porque é algo desafiador, porém é algo que eu posso amadurecer. Estou aberta para escutar a todos e ver o melhor caminho. Meu objetivo sempre é trazer melhorias e ajudar minha cidade, afirmou Menezes.
De acordo com o que circula nos bastidores da política, a atleta avalia concorrer a uma vaga na Câmara dos Deputados pelo Progressistas (PP), partido comandado nacionalmente pelo senador piauiense Ciro Nogueira. Ela recentemente deixou o comando da Seleção Brasileira de judô, e por isso, estaria disponivel para aceitar o desafio.
BALANÇO DA SELEÇÃO FEMININA
Sarah Menezes analisou de forma positiva a sua passagem como treinadora da Seleção Feminina de judô. Sob a sua gestão, a equipe conseguiu conquistar uma medalha de ouro e duas de bronze durante a Olimpíada de Paris de 2024. No torneio, a judoca brasileira Beatriz Souza conquistou a primeira medalha de ouro do Brasil após vencer a israelense Raz Hershko na categoria feminina +78kg, garantindo o título no tatame da Arena Campo de Marte.
Foi prazeroso, gostoso, foi muito agradável, até porque teve altas e baixas, teve resultados negativos, porém teve muitos resultados positivos. E a gente deu volta por cima, a equipe feminina saiu da sombra da equipe masculina, vamos dizer. A gente conseguiu conquistar nossos nomes ao decorrer de muitos anos e com muitas experiências bem agradáveis, analisou a ex-treinadora.
Recentemente, Sarah foi desligada do comando da equipe pela diretoria apenas quatro meses após retornar de uma licença maternidade do nascimento da sua segunda filha. O episódio gerou polêmica e críticas por parte do público que considera a demissão injusta por se tratar de uma profissional que apenas se ausentou da função por questões pessoais.