- O Piauí registrou baixos volumes de chuva em setembro, com distribuição irregular nas regiões.
- Palmeirais foi o município com maior acumulado de chuva, totalizando 14,8 milímetros.
- Parte do estado teve pouca ou nenhuma precipitação, especialmente em áreas do sul e leste.
- Redução das chuvas e elevação das temperaturas aumentam risco de queimadas no período seco.
- Monitoramento meteorológico é feito para acompanhar a evolução do período seco no estado.
O Piauí registrou baixos volumes de chuva durante setembro, com distribuição irregular das precipitações em diferentes regiões do estado. Os dados são da SAMPECE-SEMARH e mostram que parte dos municípios monitorados teve pouca ou nenhuma chuva ao longo do mês.
Palmeirais teve maior acumulado
Entre os municípios monitorados, Palmeirais registrou o maior volume de chuva, com 14,8 milímetros (mm). Em seguida aparecem Uruçuí, com 14,6 mm; Ribeiro Gonçalves, com 13,0 mm; e Baixa Grande do Ribeiro, com 11,0 mm.
Também foram registrados acumulados em Redenção do Gurguéia (9,6 mm), Francisco Ayres (9,2 mm), Santa Filomena (8,85 mm), Tanque do Piauí (8,75 mm), Anísio de Abreu (8,0 mm) e Antônio Almeida (8,0 mm).
Parte do estado teve pouca ou nenhuma chuva
De acordo com o levantamento, os volumes permaneceram muito baixos em diversos municípios, enquanto em outras áreas não houve registro de precipitação durante setembro.
Os maiores registros se concentraram nas regiões sudoeste, centro-norte e norte do Piauí. Ao mesmo tempo, extensas áreas do estado permaneceram praticamente sem chuva.
Período seco aumenta risco de queimadas
O cenário registrado em setembro ocorre durante o período seco no Piauí, marcado por baixos volumes de precipitação.
A redução das chuvas, associada à baixa umidade do ar e às temperaturas elevadas, contribui para o aumento do risco de queimadas. O acompanhamento das condições meteorológicas é utilizado para monitorar a evolução do período seco no estado.