- Homem suspeito de matar Venício Marques Silva foi preso na manhã desta quinta-feira em Uruçuí.
- Vítima foi atingida por disparos e encontrada caída na Avenida José Cavalcante, no bairro Santa Helena.
- Investigação aponta que suspeito é possível autor dos disparos e está sendo analisado por câmeras de segurança.
- Venício havia sido envolvido em latrocínio em março de 2025 e foi liberado em agosto de 2026.
- Polícia Civil reforça compromisso com investigação e respeito ao sigilo e à presunção de inocência.
Foi preso na manhã desta quinta-feira (29) o suspeito de matar a tiros Venício Marques Silva, no dia 29 de setembro deste ano, em Uruçuí, no Sul do Piauí. Contra o homem, identificado pelas iniciais R.A.C., foi cumprido um mandado de prisão temporária.
Em nota à imprensa, o delegado Marcos Halan informou que o suspeito é investigado por ser o possível autor dos disparos.
O CRIME
A vítima foi atingida por disparos de arma de fogo e encontrada caída na Avenida José Cavalcante, no bairro Santa Helena. A perícia criminal foi acionada para apurar a dinâmica do crime. O caso foi registrado por câmeras de segurança.
Nas imagens, é possível ver que Venício estava trafegando em uma motocicleta quando outro motociclista aponta um objeto e o jovem perde o controle da motocicleta e cai. Ele desce da moto e ainda desfere golpes contra ele. A vítima morreu ainda no local.
LATROCÍNIO
Segundo a Polícia Civil, Venício havia sido envolvido, em 28 de março de 2025, em procedimento relacionado ao latrocínio que vitimou o mototaxista Evaldo Rocha Leite, ocorrido naquele mesmo dia, em Uruçuí. Após o cumprimento de medida de internação, ele foi liberado em 26 de agosto de 2026.
A autoridade policial ressaltou, ainda, que as investigações prosseguem para esclarecer todas as circunstâncias e a motivação do crime, além de apurar a eventual participação de terceiros.
“A Polícia Civil reafirma seu compromisso com a investigação criminal e destaca que novas informações poderão ser divulgadas oportunamente, respeitando-se o sigilo necessário ao andamento dos trabalhos investigativos e a presunção de inocência do investigado”, finaliza a nota.