- Homens se identificaram como policiais ao invadirem casa de Cauã, que foi morto a tiros no bairro Verde Lar.
- Crime ocorreu na noite do último domingo, após o casal chegar em casa e ser surpreendido por suspeitos armados.
- Delegado Barêtta informou que levantamento do crime foi feito, mas detalhes não serão divulgados para não prejudicar investigação.
- Quatro suspeitos invadiram residência, efetuaram disparos e fugiram em motocicletas; motivação e identidade ainda são desconhecidas.
Os suspeitos de assassinar Cauã dos Santos se identificaram como policiais ao invadirem a casa antes de efetuarem os disparos que mataram a vítima. A informação foi revelada ao MeioNorte.com pelo delegado Francisco Costa, o Barêtta, coordenador do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), na manhã desta terça-feira (3).
O QUE ACONTECEU?
Cauã foi morto a tiros na noite do último domingo (1º), após homens armados invadirem uma residência no bairro Verde Lar, região da Vila Santa Bárbara, na zona Leste de Teresina. O crime aconteceu por volta das 21h, quando o casal havia acabado de chegar em casa.
Olha, o Cauã chegou em casa com a esposa, por volta aí de 21 horas, e quando os indivíduos, invadiram a casa se identificando como polícia, ele correu para o quarto, terminaram lá efetuando disparo e tirando a vida dele, relatou o delegado.
Conforme o delegado, as equipes policiais já realizaram o levantamento inicial do crime. Barêtta ainda afirmou que detalhes sobre as diligências não serão divulgados neste momento para não comprometer a apuração.
Todo levantamento tá feito, a gente não vai adiantar as informações para não prejudicar as investigações. Eu conversei com os delegados responsáveis pela pela área. O chefe de polícia, delegado Luccy Keiko, que me encaminhou a ocorrência, mas eu já tinha conversado com o plantão. Aqui a gente fica 24 horas ligado, praticamente, frisou.
O CRIME
Segundo testemunhas, quatro suspeitos invadiram o imóvel e efetuaram vários disparos contra o jovem. Após o crime, eles fugiram em motocicletas.
Equipes da Perícia Criminal e do Instituto Médico Legal (IML) estiveram no local para os procedimentos necessários e a remoção do corpo. A motivação do crime e a identidade dos suspeitos ainda são desconhecidas.