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Três mulheres são presas suspeitas de falsificar e vender medicamentos no Piauí

Os produtos apreendidos serão submetidos a análise e perícia para verificar a composição, a procedência e possíveis riscos à saúde.

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  • Três mulheres foram presas em operação da Polícia Civil do Piauí por suspeita de falsificação e comercialização irregular de medicamentos e produtos estéticos.
  • A operação cumpriu cinco mandados de busca e apreensão e três de prisão, com foco em residências das suspeitas.
  • Foram apreendidos produtos como toxina botulínica, ácido hialurônico e bioestimuladores, com indícios de falsificação e adulteração.
  • Material encontrado indica estrutura para montagem e apresentação de produtos falsificados como se fossem originais.
  • A investigação busca esclarecer a cadeia de atividades ilegais, incluindo origem, produção e distribuição dos produtos falsificados.
Materiais apreendidos | Foto: Divulgação/SSP-PI
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Três mulheres foram presas nesta terça-feira (25) durante uma operação da Polícia Civil do Piauí que investiga a suspeita de falsificação, adulteração e comercialização irregular de medicamentos e produtos utilizados em procedimentos estéticos.

A operação foi realizada pela Delegacia de Combate aos Crimes Contra a Ordem Tributária, Ordem Econômica e Relações de Consumo (DECCOTERC) e cumpriu cinco mandados de busca e apreensão e três de prisão. Segundo a Polícia Civil, os produtos investigados eram mantidos nas residências das suspeitas.

As diligências resultaram na apreensão de produtos com indícios de falsificação e adulteração, dentre os quais: tirzepatida, substância utilizada em medicamentos para tratamento de diabetes e controle de peso; toxina botulínica; ácido hialurônico; diversos bioestimuladores de colágeno; grande quantidade de seringas, ampolas, frascos e embalagens.

Foto: Divulgação/SSP

Também foram encontrados materiais que indicam, em tese, a existência de uma estrutura destinada à montagem e apresentação dos produtos falsificados como se fossem originais, incluindo caixas confeccionadas em gráficas e numerosas folhas de etiquetas e adesivos impressos para aplicação em ampolas e embalagens.

O material apreendido será submetido à análise e perícia, inclusive para identificação de sua composição, procedência e eventual risco à saúde dos consumidores.

A investigação busca esclarecer toda a cadeia envolvida na atividade ilícita, incluindo a origem dos insumos, produção ou adulteração, acondicionamento, rotulagem, distribuição e comercialização dos produtos, bem como identificar outros possíveis envolvidos e estabelecimentos destinatários.

Foto: Divulgação/SSP

Segundo a polícia, a falsificação ou adulteração de medicamentos e produtos destinados a fins terapêuticos ou medicinais constitui crime de elevada gravidade, especialmente pelo risco concreto decorrente da aplicação de substâncias de procedência e composição desconhecidas diretamente no organismo de pacientes.

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