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UESPI integra missão oficial na China com reitores de universidades brasileiras

O reitor da Uespi, Paulo Henrique Pinheiro participa de agenda com universidades e instituições chinesas para fortalecer intercâmbios, pesquisa e inovação

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  • O reitor da UESPI, Paulo Henrique Pinheiro, participa de missão oficial na China com outros gestores universitários brasileiros.
  • A missão visa ampliar parcerias internacionais, fortalecer intercâmbios acadêmicos e criar novas oportunidades de cooperação nas áreas de ensino, pesquisa e inovação.
  • Reuniões estratégicas ocorreram em Pequim com representantes de órgãos governamentais e entidades ligadas à educação internacional.
  • A UESPI busca estabelecer parcerias com instituições chinesas nas áreas de educação, energias renováveis, saúde e tecnologia da informação.
UESPI integra missão oficial na China com reitores de universidades brasileiras | Foto: Ascpm/Uespi
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A Universidade Estadual do Piauí (UESPI) integra uma missão oficial na China promovida pela Associação Brasileira dos Reitores das Universidades Estaduais e Municipais (ABRUEM). O reitor da instituição, Paulo Henrique Pinheiro, participa da agenda que reúne gestores de universidades brasileiras com o objetivo de ampliar parcerias internacionais, fortalecer intercâmbios acadêmicos e criar novas oportunidades de cooperação nas áreas de ensino, pesquisa e inovação.

Nesta segunda-feira (15), a comitiva participou de três reuniões estratégicas com representantes de órgãos governamentais e entidades ligadas à educação internacional. Os encontros ocorreram em Pequim e discutiram iniciativas voltadas à internacionalização das universidades brasileiras e ao fortalecimento das relações acadêmicas entre Brasil e China.

Reunião na Embaixada do Brasil

A primeira agenda aconteceu na Embaixada do Brasil na China, onde os reitores foram recebidos pelo embaixador Mauro Galvão e sua equipe. Durante o encontro, a diretora de Relações Internacionais da embaixada, Helena Melchionna, apresentou um panorama das parcerias educacionais já existentes entre instituições dos dois países.

Segundo a diplomata, há potencial para ampliar a cooperação acadêmica, especialmente em áreas ligadas à inovação, mobilidade estudantil e produção científica conjunta. A reunião também permitiu que os gestores discutissem novas possibilidades de intercâmbio entre universidades brasileiras e chinesas.

Instituto Confúcio pode chegar ao Piauí

A segunda reunião foi realizada no Center for Language Education and Cooperation (CLEC), instituição responsável pela promoção da língua e cultura chinesas em diversos países. Durante o encontro, o diretor-geral Liu Jianqing destacou que o órgão conta atualmente com cerca de 6 mil professores voluntários de mandarim atuando ao redor do mundo e disponibiliza plataformas educacionais para instituições parceiras.

Um dos pontos discutidos foi o interesse do governo chinês em implantar um Instituto Confúcio em cada estado brasileiro. No caso do Piauí, as tratativas para viabilizar a iniciativa deverão ser conduzidas em parceria com a Universidade Estadual do Piauí (UESPI).

UESPI integra missão oficial na China com reitores de universidades brasileiras - Foto: Ascom/Uespi

Parcerias para pesquisa e inovação

A última agenda do dia ocorreu na China Education Association for International Exchange (CEAIE), entidade voltada ao fortalecimento da cooperação educacional internacional. De acordo com o diretor da instituição, Wang Luxin, o Brasil ocupa posição estratégica nos programas de intercâmbio promovidos pela entidade, que mantém parcerias com mais de 1.400 instituições de ensino em diferentes países.

Luxin ressaltou que ainda existe amplo espaço para ampliar os acordos entre universidades chinesas e brasileiras, o que coloca o Brasil entre as prioridades da instituição para novas iniciativas de cooperação acadêmica.

Internacionalização da UESPI

Para o reitor Paulo Henrique Pinheiro, a missão representa uma oportunidade importante para consolidar a presença internacional da universidade piauiense e ampliar as possibilidades de colaboração científica.

“A China é hoje uma referência mundial em diversas áreas estratégicas. A UESPI busca estabelecer parcerias com instituições chinesas interessadas em desenvolver ações conjuntas nas áreas de educação, energias renováveis, saúde, tecnologia da informação e inteligência artificial, além das engenharias e da agropecuária”, destacou o gestor.

A participação da UESPI na missão internacional faz parte da estratégia de expansão da atuação acadêmica da universidade, buscando aproximar pesquisadores, estudantes e instituições de ensino do Piauí de centros globais de produção de conhecimento e inovação.

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