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Adolescente usou arma do padrasto em ataque a escola no Acre, diz polícia

Atentado no Instituto São José deixou duas funcionárias mortas e quatro feridos; polícia investiga se bullying motivou o crime

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  • A Polícia Militar do Acre informou que o aluno de 13 anos suspeito de realizar o ataque a tiros em uma escola de Rio Branco, na tarde desta terça-feira (5), utilizou a arma do padrasto.
  • Dois funcionários morreram e ao menos quatro pessoas ficaram feridas no atentado.
  • O adolescente se entregou às forças de segurança e está sob custódia.
  • A polícia investiga a possibilidade de o adolescente sofrer bullying no ambiente escolar.
Ataque a tiros em escola deixa duas pessoas mortas e feridos no Acre | Foto: Reprodução
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A Polícia Militar do Acre informou que o aluno de 13 anos suspeito de realizar o ataque a tiros em uma escola de Rio Branco, na tarde desta terça-feira (5), utilizou a arma do padrasto. A ação deixou duas funcionárias mortas e ao menos quatro pessoas feridas. A informação foi confirmada pelo jornalista Júnior Bardales, da afiliada da TV Meio Norte, TVA.

O adolescente teria efetuado diversos disparos dentro da escola Instituto São José, provocando pânico entre alunos e funcionários.

“Um caso chocante que abalou toda Rio Branco. Era por volta de 13h20 quando aconteceu. De acordo com as informações, um aluno de apenas 13 anos teria pegado a arma do próprio padrasto e efetuado vários disparos dentro da escola Instituto São José. As primeiras informações apontam que duas funcionárias morreram no local e pelo menos quatro pessoas ficaram feridas. Funcionários relataram ter ouvido cerca de sete disparos, o que causou pânico entre alunos e servidores”, relatou.

As vítimas feridas foram socorridas e encaminhadas para unidades de saúde da capital. A Polícia Militar confirmou ainda que o adolescente se entregou e está sob custódia das forças de segurança.

O prédio da escola foi evacuado para uma varredura completa, enquanto a polícia segue apurando o caso e entrando em contato com familiares das vítimas.

Uma das linhas de investigação considera a possibilidade de o adolescente sofrer bullying no ambiente escolar. A informação, no entanto, ainda não foi confirmada oficialmente pelas autoridades.

O caso gerou forte comoção entre pais e a comunidade escolar, diante da violência e da facilidade de acesso à arma utilizada no atentado.

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