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Adolescentes presos por estupro coletivo em Copacabana estão em celas separadas

Ainda conforme a Seap, os quatro suspeitos receberam normalmente as refeições oferecidas na unidade, que incluíram salada de repolho, almôndegas, cenoura cozida, arroz, feijão, fruta e suco

Bruno dos Santos, Vitor Oliveira, Mattheus Verissímo e João Bertho são os principais suspeitos do crime | Foto: Reprodução
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Os quatro homens presos por suspeita de participação em um estupro coletivo contra uma adolescente de 17 anos, em Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro, estão detidos em celas separadas de outros internos na Cadeia Pública José Frederico Marques, localizada no bairro Benfica, na Zona Norte da capital. 

A informação foi confirmada pela Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap), que também informou que os detentos estão recebendo alimentação normalmente.

OS SUSPEITOS

Segundo o órgão, João Gabriel Xavier Bertho e Mattheus Verissimo Zoel Martins deram entrada na unidade prisional na última terça-feira (3). Já Bruno Felipe dos Santos Allegretti e Vitor Hugo Oliveira Simonin se apresentaram à polícia na quarta-feira (4). A cadeia funciona como porta de entrada do sistema penitenciário do Rio de Janeiro, e os presos passam inicialmente por um protocolo de triagem, período em que costumam permanecer separados da população carcerária para avaliação.

Foto: Reprodução-Victor Hugo

Ainda conforme a Seap, os quatro suspeitos receberam normalmente as refeições oferecidas na unidade, que incluíram salada de repolho, almôndegas, cenoura cozida, arroz, feijão, fruta e suco. 

DENÚNCIA

Os quatro suspeitos passaram à condição de réus após a Justiça aceitar a denúncia apresentada pelo Ministério Público do Rio de Janeiro. Eles respondem por estupro, com agravante de a vítima ser menor de idade, além da acusação de cárcere privado.

Foto: Reprodução - Matteus Verissímo 

Ainda conforme a Seap, os quatro suspeitos receberam normalmente as refeições oferecidas na unidade, que incluíram salada de repolho, almôndegas, cenoura cozida, arroz, feijão, fruta e suco. 

A denúncia foi acolhida pela 1ª Vara Especializada de Crimes contra a Criança e o Adolescente. No documento, os promotores ressaltaram, com base nas conclusões da investigação policial, "a violência empregada e a brutalidade dos atos sexuais praticados contra a vítima".

O caso também envolve um adolescente apontado como possível participante do crime. Até a última atualização, não havia informação sobre a existência de mandado de apreensão contra ele.

ORIENTAÇÃO:

Casos de violência doméstica podem ser denunciados pelo telefone 180, da Central de Atendimento à Mulher, que funciona 24 horas por dia em todo o país e no exterior. O serviço oferece orientação, recebe denúncias e encaminha vítimas para redes de proteção. Também é possível denunciar pelo Disque 100, pelo aplicativo Direitos Humanos Brasil ou pela Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos. Vítimas podem solicitar medidas protetivas de urgência sempre que se sentirem em risco. Você não está sozinha!

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