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Bebê é abandonado em saco de lixo e tem corpo incendiado no Distrito Federal

Câmeras de segurança registraram o momento em que a mãe, Luana da Silveira Fonseca, de 35 anos, levou o bebê em uma sacola até um local ermo.

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  • Recém-nascido foi abandonado em saco de lixo em rua do Recanto das Emas na última sexta-feira.
  • Terceiro homem ateou fogo no lixo onde o corpo do bebê havia sido deixado, segundo imagens de segurança.
  • Mãe foi localizada, levada a unidade de saúde e presa por tentativa de descarte de corpo de bebê.
  • Casal responde pelo crime de feminicídio e foi submetido a audiência de custódia na tarde de sábado.
  • IML investiga se bebê estava vivo ou morto quando o corpo foi incendiado, para esclarecer causa da morte.
Bebê morto carbonizado no DF | Foto: Luis Fellype Rodrigues / Metrópoles
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Um recém-nascido foi abandonado dentro de um saco de lixo em uma rua do Recanto das Emas, no Distrito Federal, na última sexta-feira (25). Posteriormente, uma terceira pessoa ateou fogo no lixo onde o corpo do bebê havia sido deixado.

Câmeras de segurança registraram o momento em que a mãe, Luana da Silveira Fonseca, de 35 anos, levou o bebê em uma sacola até um local ermo. Nas imagens, ela aparece retornando para casa, conversando com o companheiro, Wellington Ferreira da Cruz, de 56 anos, e depois voltando à rua com a sacola.

Em outra gravação, um terceiro homem aparece ateando fogo no lixo que estava ao redor do recém-nascido. A Polícia Civil investiga quem é o suspeito e se ele sabia que havia um bebê no local.

Segundo o delegado Zander Vieira Pacheco, da 27ª Delegacia de Polícia (Recanto das Emas), ainda não é possível afirmar se o recém-nascido estava vivo ou morto quando teve o corpo queimado. 

A mãe foi localizada, levada para uma unidade de saúde e, posteriormente, presa. De acordo com a polícia, Luana demonstrou intenção de se desfazer do corpo do bebê e foi autuada. O casal responde pelo crime de feminicídio.

Na tarde deste sábado (26), Luana e Wellington passaram por audiência de custódia. O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) concedeu liberdade provisória à mulher, enquanto a prisão de Wellington foi mantida.

A causa da morte do recém-nascido ainda será esclarecida pelo Instituto Médico-Legal (IML), que deverá apontar se o bebê morreu antes ou depois de ter o corpo incendiado.

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