Em janeiro de 2025, a administração notificou a mãe de Daiane, Nilce Alves Pontes, alegando que o apartamento estava sendo usado como marcenaria, violando normas internas. A correção deveria ocorrer em até 72 horas, sob risco de multa, mas a notificação não foi atendida. Em fevereiro, Daiane foi denunciada pelo Ministério Público por violação de domicílio, após tentar entrar em uma sala onde Cléber conversava com seu padrasto. Ela afirmou ter sido agredida pelo síndico momentos antes, enquanto a defesa sustentou que ela buscava proteger o familiar.