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Caso do cão Orelha leva população às ruas em SC e em outras capitais por pedido de Justiça

Atos neste domingo (1º) cobram justiça e transparência nas investigações do caso, além de pedidos por penas mais duras para maus-tratos a animais

Ato em Florianópolis cobra justiça pelo caso Cão Orelha | Foto: Reprodução
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A Beira-Mar Norte, uma das principais vias do Centro de Florianópolis, foi tomada por manifestantes neste domingo (1°) em um ato exigindo justiça nas investigações das agressões que levaram à morte do cão Orelha, animal comunitário vítima de maus-tratos no começo de janeiro na região da Praia Brava, área nobre na capital catarinense.

Outras capitais do país, como São Paulo, Belo Horizonte e Vitória, também realizaram atos cobrando celeridade nas apurações do caso com um pedido unânime: "Justiça por Orelha" (veja mais abaixo como foram as manifestações pelo Brasil).

MOBILIZAÇÃO POR JUSTIÇA 

Florianópolis teve trio elétrico, faixas, cartazes e gritos de ordem. O grupo também percorreu a via levando animais de estimação. A manifestação encerrou por volta de 12h.

Além da capital, onde aconteceu o episódio de agressão e morte do cão Orelha, outras cidades de Santa Catarina e do país registraram atos, como Balneário Camboriú, Blumenau, Criciúma, e São José.

O que aconteceu com o cão Orelha em Florianópolis?

Orelha morreu após ser agredido em 4 de janeiro. Ele era um cão comunitário que recebia cuidados de vários moradores na Praia Brava, bairro turístico e nobre de Florianópolis. O animal foi encontrado agonizando por pessoas que estavam no local.

A Polícia Civil inicialmente investigava um grupo de quatro adolescentes suspeitos de ter agredido o cachorro. Na sexta-feira (30), o um deles foi descartado da autoria após o inquérito concluir que ele não tinha envolvimento com os maus-tratos ao animal, que conforme o laudo pericial foi atingido na cabeça com um objeto contundente.

INVESTIGAÇÃO

Os nomes, idades e localização dos suspeitos de atacar Orelha não foram divulgados pela investigação, tendo em vista que o Estatuto da Criança e do Adolescente prevê sigilo absoluto nos procedimentos envolvendo pessoas abaixo de 18 anos.

Com informações do g1.


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